O compartilhamento de espaços, estrutura adequada e possibilidade de redução de valores, atraem empresas que fecham estruturas próprias, em busca de economia e praticidade;

O isolamento social provocado pela chegado do novo Covid-19 vem modificando ainda mais o cenário empresarial. Empresas tiveram que fechar as portas, e a opção encontrada foi o trabalho remoto, com os funcionários em home office. Esse novo formato possibilitou a permanência de muitas empresas no mercado e vem contribuindo para que as coisas funcionem. Mas as dificuldades começaram a surgir. Nem sempre o colaborador tem o equipamento adequado, a conexão da internet pode falhar; a estrutura do espaço é desconfortável, falta de controle na supervisão das tarefas sem contar com a falta do networking.

Para sanar essas questões, empresas passaram a buscar por uma nova alternativa, e encontraram no coworking uma esperança para o retorno das atividades. O espaço acaba sendo um espaço mais adequado para o trabalho, onde as empresas podem migrar suas sedes para um local com ampla cobertura de serviços, espaços compartilhados e a possibilidade de redução de custos. O Yolo Coworking, localizado na beira lago, e que conta com dezenas de empresas, teve aumento em mais de 40% na procura por salas e espaços colaborativos, e está adaptando sua estrutura para a para atender ao público de acordo com as orientações dos órgãos responsáveis pela saúde. 

"A necessidade do isolamento trouxe para o mundo empresarial, a aceleração de uma mudança de rotina que já estava sendo realizada por um grupo de empreendedores, que trocaram o método tradicional das empresas por espaços colaborativos”, avalia Luciana Moura, gerente comercial do Yolo Coworking.  A gestora vê no isolamento o teste aprovado por muitos empresários. “A necessidade de trabalhar de forma remota abriu a perspectiva para os empresários, que passaram a avaliar com mais confiança a possibilidade de sair do tradicional e conhecer um coworking”, aponta Luciana.

O Yolo Coworking retomou as atividade, abrindo para o público aos poucos desde que foi possibilitado o retorno aos escritórios pelo decreto do Governo do Distrito Federal. Possibilitando que os empreendedores que estão trabalhando em home office, mas que precisam de um espaço seguro  para reuniões, ou até mesmo para quebrar a rotina e voltar a ter contato com outros empresários, possam desfrutar do espaço com segurança. Regras foram estabelecidas para o uso do coworking seguindo as orientações dos órgãos responsáveis pela saúde como o uso de máscara nas áreas comuns, disponibilização de álcool gel, copos descartáveis, limpeza constante dos espaços mantendo o distanciamento e evitando o contato físico.

Para Pedro Alvarenga, community manager do Yolo Coworking, a, mudar a estrutura da empresa para um espaço colaborativo pode ser uma boa estratégia de economia e de expansão de negócios, visto que dentro da comunidade existe uma aproximação maior entre as empresas e o aumento no network. “O coworking é uma excelente forma de economia e facilitação no trabalho. O empresário passa a não ter que se preocupar com as rotinas do escritório, e toda as burocracias operacionais de manutenção como pagamentos de IPTU, agua, luz, internet, serviços de recepção, além de ter a possibilidade de manter o relacionamento com outras empresas. Esse é uma ótima forma de recomeço pós pandemia”, ressalta Pedro. 

Sobre o YOLO Coworking - YOLO é um espaço de coworking, eventos e café para quem quer aproveitar o melhor da vida, inclusive o trabalho. São quatro andares de estrutura, com 13 salas privativas, 3 salas de reunião, 24 estações de trabalho, auditório multiuso, uma Cokitchen e Rooftop que pode ser alugado para eventos sociais e corporativos, com vista privilegiada para Ponte JK.

SERVIÇO
Live
Endereço do Yolo: Setor de Clube Esportivo Sul, Beira Lago – Asa Sul
Telefone: (61)3772-2500
Horário da Live: 17h30
Data: 28/05 quinta-feira
Redes: Instagram- @yolo.coworking| Facebook: yolo.coworking
Site: www.yolobsb.com.br



Mais segurança para a população




Nesta terça-feira (14) o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) completa 15 anos de independência e 62 anos de história e recebeu grandes presentes. Toda a região administrativa receberá iluminação nova e câmeras de videomonitoramento, para trazer mais segurança para a população. Serão utilizados R$ 1 milhão e 650 mil em iluminação e R$ 350 mil em câmeras de videomonitoramento, através de emenda parlamentar do deputado Delmasso (Republicanos).

A Secretaria de Segurança será responsável por monitorar as 20 câmeras de videomonitoramento no SIA. A iluminação será nos seguintes endereços: trecho 1/2, trecho 2/3, trecho 3/4, trecho 17, trecho 6, trecho 8, nas cercanias e no estacionamento perto da Feira dos Importados, Setor de Cargas (STRC), e Setor de Inflamáveis (SIN).

A administradora do SIA, Luana Machado, comemorou as conquistas da cidade. “Hoje é um dia muito especial, estamos comemorando 15 anos em que o Sia se tornou uma cidade independente. Ganhamos de presente a iluminação e câmeras de videomonitoramento, para a segurança da população. Junto com o Polo Central e GDF Presente estamos realizando várias obras importantes para melhorar a qualidade de vida de todos que frequentam a nossa cidade”, comemora.


O deputado Delmasso afirmou que a iluminação das ruas e as câmeras são essenciais para a segurança da população. “Toda a cidade ficará bem iluminada. Isso ajuda a inibir a atuação de criminosos e as pessoas se sentirem mais seguras, e para ajudar também, o trabalho de ronda da polícia”, afirmou.



Há dez anos não há ajuste e o parlamentar já destinou emenda para este fim


Foto: Rogério Lopes.



No dia 8 de julho, o deputado Delmasso (Republicanos-DF) pediu à Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania a atualização do valor da indenização dos fiscais do Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF). Através do ofício nº 254/2020, o parlamentar fez a solicitação à secretária Marcela Passamani.

A Lei Distrital nº 4.502/2010 prevê aos fiscais do Procon a indenização de transporte pela utilização de meios próprios de locomoção. Ocorre que o valor precisa de regulamentação por decreto, para que haja a atualização. Atualmente a indenização recebida pelos fiscais é de R$40,20, menor valor pago entre os órgãos do GDF, e não ultrapassa R$804,00 ao mês.

Trecho do ofício expõe que já se passaram dez anos desde a edição da Lei, e que de lá para cá, o preço da gasolina teve um aumento de 100%, aproximadamente. Além disso, os custos de manutenção e tributação veicular também aumentaram.


Segundo o Decreto nº 40.520/2020, o Procon está dentro do Grupo Executivo para o desenvolvimento de ações e mitigação da Covid-19, o que reforça a urgência da expedição deste decreto. “Nesse sentido, faz-se oportuno mencionar que destinei Emenda de crédito à Lei Orçamentária Anual, no valor de R$150.000,00 ao Procon-DF, com o intuito de subsidiar a referida indenização”, pontua Delmasso, em trecho do ofício. 


É de ciência de todos que o novo coronavírus é transmissível por contato direto ou indireto com uma pessoa infectada, podendo ser transportado em lixo, roupas, mãos contaminadas e superfície


Foto: Rogério Lopes.

De acordo com as Recomendações para Saneamento Ambiental na Prevenção da COVID-19, elaboradas pelo Comitê Técnico da Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental (AIDIS), o vírus pode sobreviver de 2 a 8 horas em alumínio; 4 a 5 dias em papel; e 4 dias em vidro.

Por isso, o vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Delmasso (Republicanos), é autor do Projeto de Lei 1296/2020 que cria o protocolo de manejo e descarte de resíduos sólidos domésticos durante o estado de calamidade pública. O protocolo será exigido apenas em setores e condomínios residenciais.

A proposta determina que o descarte de resíduos como tecidos descartáveis, guardanapos, papéis higiênicos ou outro material, que tenham sido expostos a secreções corporais de pessoas com suspeita ou com sorologia positiva para contaminação pelo novo coronavírus (COVID-19) seja feito em recipiente próprio.

Assim como o local de descarte deve ser em área específica, isolada dos demais resíduos. Quando houver interrupção do serviço de coleta pública ou nos dias em que a coleta não for realizada, os resíduos não poderão ser descartados em vias públicas.

O condomínio ou o morador que descumprir a Lei poderá ser advertido quando for a primeira autuação da infração, e multa, quando da reincidência. O valor da multa será revertido em favor de fundos ou programas destinados ao aprimoramento da política distrital de resíduos sólidos.


“Essa medida é muito necessária porque, além de contribuir socialmente, também evita que outras pessoas sejam contaminadas. É cuidado que precisamos ter!” Disse, Delmasso.



Ibaneis nasceu em 10 de julho de 1971, no Hospital de Base do Distrito Federal, voltou pro Piauí onde deu seus primeiros passos na luta por um Brasil melhor. Ao voltar pra Brasília pra estudar e virar Dr. Advogado, trabalhou muito, foi reconhecido entre os melhores advogados do DF, virou presidente da OAB, sendo o maior presidente da OAB/DF de todos os tempos. Em 2018, Ibaneis foi eleito governador do DF


Por Paulo Melo

Agora Ibaneis Rocha Barros Junior, trava vou novas caminhadas, lutas e batalhas em prol do desenvolvimento do nosso Distrito Federal. Esse é o governador Ibaneis que completa mais um ano de vida e comemora ao iniciar no DF diversas obras que vieram para mudar a vida do povo da DF: Diversos Programas Sociais, UPAs 24h, UBSs, Viadutos, Escolas, Hospitais, Avenida das Cidades, Recapeamento de Vias, Milhares de Moradias Requalificação da W3 Sul, do SHS e SRTVS, são algumas das ações do governo Ibaneis no GDF.

Nas cidades do DF se destaca com ações de combate ao novo coronavírus, reabertura do comércio e obras direcionadas à melhoria da qualidade de vida das pessoas, como :calçadas, ciclovias, praças, pec's. O governo Ibaneis também é lembrado quanto aos cuidados com a manutenção das regiões administrativas com o programa GDF Presente. Outra ação de Ibaneis é a estabilização da economia do estado ao proporcionar meios para o crescimento da tecnologia da informação, da indústria, da agricultura e da pecuária.



O governo Ibaneis também desenvolve ações para conter a violência no DF. Concurso público para aumentar o quadro da polícia militar e civil, o fortalecimento das atividades policiais ao adquirir novos equipamentos e viaturas. A aproximação da polícia com o cidadão, através da implantação de uma integração com os síndicos e Conselhos Comunitários de Segurança.


Foto: Facebook.

São inúmeras as realizações do governador Ibaneis Rocha no Distrito Federal. Então hoje, o DF comemora com Ibaneis o seu aniversário. Todos estão firmes com o propósito de dar continuidade a essa forma de governo que trouxe ao nosso povo dignidade, vontade de viver e de trabalhar. Parabéns Ibaneis, seu governo é o nosso governo na certeza de que todos estão em busca por um DF de todos nós.


*Paulo Melo é jornalista, colunista de mais de 50 portais de notícias e fundador do movimento Brasília de Todos Nós.



O advogado Valdetário Monteiro será muito festejado, hoje, quando completa nova idade com um encontro intimo em família, ao lado das filhas, e da esposa



Foto: Facebook.


Valdetário Monteiro é uma figura extremamente competente e simpática, que trabalhou com muita competência como secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Distrito Federal. Ele acabou de assumir o cargo de procurador da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para os tribunais superiores.


Foto: Marcos Paulo.

Uma coisa interessante é que o procurador do CFOAB, Valdetário Monteiro, e o governador Ibaneis Rocha, têm em comum o mesmo dia, mês e ano de nascimento.

Valdetário Andrade Monteiro, que a alegria da celebração do seu aniversário se faça presente em todos os dias do seu novo ano! Parabéns!


Jornalista Paulo Melo fala sobre o Aniversário de Ibaneis Rocha.



A maior valorização da história do Banco de Brasília ocorre após parceria entre a instituição financeira e o Flamengo


Foto: José Melo.



Nos últimos dias, o valor de mercado do Banco de Brasília aumentou 400% e saltou de R$ 1,2 bilhão para R$ 6 bilhões. A valorização do BRB é medida a partir do preço das ações do banco na Bolsa de Valores.


O crescimento mais significativo – de R$ 2,5 bilhões para a marca atual – foi registrado depois do anúncio da parceria negocial da instituição financeira com o Flamengo para a criação de um novo banco digital.

O projeto entre o BRB e o Flamengo prevê a abertura de conta digital, comercialização de cartões e seguros, além de uma série de benefícios desenhados especialmente para os cerca de 40 milhões de torcedores do time.

O acordo, segundo dirigentes do BRB, vai permitir ao banco avançar no segmento digital e está alinhado ao planejamento estratégico de expansão da marca. Faz parte da tática da atual gestão diversificar os negócios e posicionar o Banco de de Brasília tanto no cenário nacional quanto no ambiente digital.

“A escolha do parceiro foi estratégica e permitirá ao BRB diversificar seus negócios, aumentar a sua base de clientes e valorizar ainda mais os seus ativos. O crescimento do valor de mercado do Banco nas últimas semanas reforça a expectativa de crescimento e de avanço do BRB no mundo digital”, destaca o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Modelo
O modelo de negócio firmado com o Flamengo não é semelhante a nenhum outro existente no mercado. O contrato entre o banco e o clube carioca tem três anos de duração, renováveis por mais dois. Permite, ainda, a criação de uma nova empresa no futuro.

Com a parceria, o BRB vai oferecer atendimento bancário em plataforma digital com produtos de identidade personalizada, programa de relacionamento e de experiências exclusivas, além de atendimento nos canais físicos. Por isso, a parceria também prevê a instalação de uma unidade do BRB nas dependências do clube para atendimento a atletas, torcedores e empregados do Flamengo.

O banco terá também direito exclusivo de pagamento da folha salarial do clube e preferência na contratação, por parte do Flamengo, de produtos e serviços bancários como empréstimos, cartões e seguros. Em contrapartida, o clube terá participação nos resultados alcançados com a comercialização de produtos e serviços, o que vai gerar aumento de receita à instituição.

O contrato estabelece um valor mínimo garantido por ano de R$ 32 milhões ao Flamengo pelo direito de exclusividade de exploração dos negócios previstos na parceria envolvendo torcedores, imagem e negócios corporativos com o clube.



Fotos: José Melo.


Estreia hoje (09/07), a série de lives "Programa Cidades & Condomínios em live". Muita descontração, entrevistas com personalidades das cidades, dos condomínios, debates sobre o trabalho de governantes, síndicos, ação de líderes comunitários, responsabilidade social e politica



Em tempo de isolamento, o investimento em lives se tornou obrigatório para os portais, programas de rádio e tv. Sendo uma maneira de levar não só entretenimento, mas também informação ao público em casa. 

O programa Cidades & Condomínios em live será apresentado pelo Jornalista e Administrador, Paulo Melo e a cada edição receberá convidados especialistas de diversas áreas. “O projeto do programa Cidades & Condomínios em live é mais um braço da nossa campanha de fortalecimento da comunicação das cidades e condomínios com os seus moradores", comenta Paulo Melo. 

O portal Cidades & Condomínios, que tem realizado diversos encontros virtuais, vai estrear nesta quinta-feira, a partir das 20h15, uma nova série de lives, porém agora focadas em uma nova versão do programa Cidades & Condomínios. 

Na primeira edição do novo projeto “programa Cidades & Condomínios em live”, recebera o advogado com especialidade em direito empresarial, professor, autor de uma dezena de livros jurídicos, ex-secretário-chefe da Casa Civil do GDF, ex-presidente da OAB do Ceará e atual procurador da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para os tribunais superiores, Valdetário Andrade Monteiro.

Serviço: Programa Cidades & Condomínios em live

Data e hora: Todas quintas-feiras às 20h15.

Apresentação: Paulo Melo.


WhatsApp: 61 99807-2015.



#Cidades
#Condomínios
#Live

#Programa



Se não souber falar, se tiver dúvidas, que o presidente se cale. Como na última semana

Por Fernando Henrique Cardoso

Tempos confusos os que temos vivido. A tal ponto que estranhamos o que aconteceu no meio da semana: chamou a atenção o fato de o governo não haver arranjado nenhuma confusão nova. Isso depois de, sem se dar ao luxo de explicar melhor ao País as razões, o presidente haver dispensado vários ministros nas pastas da Educação e da Saúde. Pelo menos até a última sexta-feira, quando escrevo este artigo, não demitiu ninguém ou ninguém se sentiu na obrigação de abandonar o Ministério. Nem mesmo se viu o presidente ou seus porta-vozes atribuírem à oposição ou a alguém mais notório o estar “conspirando”. Daí a calmaria. 

É assim que vai andando o atual governo, meio de lado. Sem que os “inimigos” façam qualquer coisa de muito espetacular contra ele, é ele próprio que se embaraça com sua sombra. De repente, quando não há nenhum embaraço novo, nenhuma “crise”, o presidente não se contém: fala e cria uma confusão.

É verdade que o governo federal não teve sorte. Não foi ele que criou a pandemia que nos aflige nem a paralisação da economia, que já vinha de antes. Mas a confusão política, desta ele se pode apropriar: foi coisa inventada pelo próprio presidente e seus fanáticos.

Por certo ela se agrava com a crise econômica e a da saúde pública. Mas o mau gerenciamento das crises e da política é o que caracteriza os vaivéns do governo Bolsonaro. No Congresso Nacional e nos tribunais (apesar de tão malfalados nos comícios pelos adeptos presidenciais) tem havido resistências à inação governamental e a suas investidas contra as instituições.

Comecemos pelo que mais importa, a saúde pública e a de cada um de nós. O governo federal desconsiderou os riscos da situação epidêmica no início e, depois, passou o bastão às autoridades locais. Compreende-se que sejam estas, mais perto das populações, a gerenciar o dia a dia. Mas o papel simbólico é sempre, para o bem e para o mal, de quem exerce a Presidência da República, tenha ou não culpa no cartório. Além disso é o que prescreve a Constituição, no seu artigo 23, sobre as competências comuns, entre as quais está a de zelar pela saúde pública, como deixou claro o Supremo Tribunal Federal (STF) em sua decisão a esse respeito.

Da mesma maneira é inacreditável que em tão pouco tempo o governo haja substituído dois ministros na pasta da Educação e que o País ainda não saiba quem será o próximo ministro. Os anteriores o pouco que fizeram foi suficiente para darmos graças por se terem afastado. Mas quem virá? E logo numa área crucial para o País.

Governo que não tem rumo nas principais áreas sociais dificilmente encontrará a lanterna mágica para nos levar a bom porto. Não são apenas pessoas mal escolhidas. É a falta de projetos, de esperança, o que nos sufoca. 

Talvez esteja aí a falta maior do presidente: ele fala como qualquer pessoa, o que pode parecer simpático. É um [ ]uomo qualunque[/ ]. Diz o que lhe vem à cabeça, como qualquer mortal. Mas esse é o engano: o papel atribuído pelas pessoas ao presidente, qualquer deles, exige que ele, ou ela, mesmo sendo simples (para não dizer simplório), não pareça ser tão comum na hora de decidir ou de falar ao povo sobre os destinos da Nação.

Em certos momentos muita gente no País pode até apreciar a semelhança entre si e o chefe de Estado. A maioria mesmo: pois não foi ele quem ganhou as eleições? Afinal o presidente, dirão, é uma pessoa como qualquer outra. Mas quando há crises é quando mais se precisa que haja comando, rumo. Talvez por isso os “homens comuns” no poder acabem por ser incomuns, singulares na sua incapacidade de definir um rumo. Quando têm personalidade autoritária, investem e esbravejam contra as instituições democráticas. No Brasil, elas têm respondido bem ao desafio. 

Onde iremos parar? Não tenho bola de cristal, mas é melhor parar logo. Se pudesse eu lhe diria: presidente, não fale; ou melhor, pense nas consequências de suas falas, independentemente de suas intenções. Sei que é difícil, afinal eu estava em seu lugar quando houve o “apagão” e também durante algumas crises cambiais. Não adianta espernear: vão dizer que a “culpa” é sua, seja ou não. E, no fundo, é sua mesma. Não se trata de culpa individual, mas política. Quem forma o governo (sob circunstâncias, é claro) é o presidente. A boca também é dele. Logo, queiramos ou não, sempre haverá quem pense que o presidente é responsável. Vox populi, dir-se-á...

É assim em nosso sistema presidencialista. E talvez seja assim nas sociedades contemporâneas. Com a internet as pessoas formam redes, tribos, e saltam as instituições. Por isso é mais necessário do que nunca que haja lideranças. Em nossa cultura e em nosso regime, já de si personalistas, com mais forte razão os líderes exercem um papel simbólico, falam pela comunidade. O líder maior é sempre o presidente, pelo menos enquanto continuar lá. Por isso é tão importante: se não souber falar, se tiver dúvidas, que o presidente se cale. Como nesta última semana. 

Melhor, contudo, é que se emende e fale coisas sensatas, que cheguem ao coração e façam sentido na cabeça das pessoas razoáveis. 


*Fernando Henrique Cardoso é sociólogo e ex-presidente da república.



A pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19) afeta todos os setores, do social ao econômico. No Distrito Federal, o desemprego atinge 333 mil pessoas e chegou a 20,7% no primeiro quadrimestre por conta do impacto provocado pela doença


Foto: Renato Alves.

O GDF investirá verba de R$ 538,5 milhões em obras por todo DF. Até agosto saem do papel 36 projetos já licitados, entre escolas, unidades de saúde e recuperação de vias. Novas licitações também foram autorizadas.



“Mesmo em tempos de pandemia o DF não parou. Nós aceleramos e muito as obras no DF, até como uma foram de empregar as pessoas. Tenho cobrado as empresas e secretarias para que as licitações ocorram o mais rápido possível porque vamos ter a segunda onda da pandemia, que é a pandemia do desemprego. Nós, enquanto governantes, temos a obrigação de dar uma resposta para a população”, disse o governador Ibaneis Rocha.


De fato, as ações e iniciativas para recuperar os prejuízos causados pela Covid-19 estão em andamento e vão continuar mesmo depois que a crise for superada. Quer saber como? Veja abaixo cinco medidas entre as inúmeras adotadas pelo GDF para recuperar a economia:

Pacote de Obras para o DF
Durante evento realizado em janeiro de 2020, na sede da Novacap, o governador Ibaneis Rocha anunciou o primeiro de três pacotes de obras a serem lançadas nos próximos dias. São 36 obras já licitadas, com custo na ordem de R$ 154, 3 milhões, além de outras 20, que passarão por licitação nos próximos meses. No total, o investimento será de R$ 538,5 milhões.

“São obras que atingem várias frentes”, explicou o governador. “Vão desde poda de árvores e recuperação asfáltica a reforma de hospitais e de escolas. Até o final deste ano, vamos investir mais de R$ 1,5 bilhão por todos os cantos.”

As primeiras inciativas devem começar a sair do papel ainda em fevereiro, caso do contrato de recuperação das calçadas entre a Rodoviária do Plano Piloto e a Torre de TV, a revitalização de quadras da W3 Sul e a pavimentação de rodovias vicinais.

Sete novas upas para a população
A Saúde é tratada como prioridade pela atual gestão. Dentro dessa área de governo uma das iniciativas é a viabilização de sete Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Com investimento de R$ 35 milhões, a construção desses espaços está em andamento nas cidades de Brazlândia, Paranoá, Gama, Riacho Fundo II, Ceilândia, Planaltina e Vicente Pires.

Crédito para o micro e pequeno empresário
Um dos setores mais prejudicados pela crise da Covid-19 é o empresarial. Atento a este cenário, o GDF enviou um Projeto de Lei (nº 1.236/2020) para a Câmara Legislativa do DF (CLDF) a fim de socorrer o empresariado. O texto foi aprovado em 18 de junho e prevê uma linha de crédito especial, com taxas de juros mais baixas. A estimativa é que o programa Procred-DF disponibilize R$ 56 milhões para empréstimos. O projeto aguarda a sanção do governador Ibaneis Rocha.

O socorro financeiro é destinado a micro e pequenas empresas e microempresários individuais, além das empresas de qualquer porte dos ramos de cultura, turismo e ensino.

Ainda nesta linha, o Programa de Regularização Fiscal do Distrito Federal, o Refis, deve ser votado nos próximos dias pela CLDF. Protocolado pelo Executivo no começo de abril, o PLC nº 40/2020 tem potencial de recuperar os débitos mais antigos e de contribuir para compensar a perda de arrecadação com a paralisação de atividades econômicas por causa da pandemia de Covid-19.

Superando a crise com o BRB
O Banco de Brasília (BRB) tem sido um importante parceiro no combate à crise. Nos últimos meses, a instituição financeira apresentou projetos, soluções e números que comprovam isso. Por meio do programa de redução dos impactos financeiros, o Supera-DF, o BRB aprovou cerca de R$ 2 bilhões, o dobro do volume previsto inicialmente.

O programa trouxe linhas de crédito, suspensão de até 90 dias das cobranças de contratações já realizadas, carência de até 12 meses para novas contratações e a ampliação dos canais de atendimento a distância.

No período, o BRB também atuou em cinco programas sociais: Bolsas Alimentação (escolar e creche), Pequenos Reparos, Farmácia de Alto Custo, Renda Emergencial e Prato Cheio, reforçando o caráter social do banco.

Lugar mais rápido para se abrir uma empresa no Brasil
Outra boa novidade é que Brasília se tornou a capital mais ágil em abertura de empresas no Brasil, segundo levantamento do Ministério da Economia. Além disso, entre as unidades federativas, o DF também leva o primeiro lugar no quesito menor tempo.

No primeiro quadrimestre de 2020 o tempo levado para abrir uma empresa no DF foi de 1 dia e 1 hora, uma diminuição substancial de 2 dias e 7 horas (68,8%) em relação ao último quadrimestre de 2019. No mesmo período, o estado da Bahia registrou o maior tempo de abertura de empresas no Brasil: 10 dias e 8 horas.

No primeiro quadrimestre de 2020, o DF registrou 332.187 empresas abertas. Deste total, 19.888 foram abertas no primeiro quadrimestre e outras 6.914 fechadas no mesmo período, com um saldo positivo de 12.974 empresas.

Ritmo acelerado na entrega de licenciamentos ambientais
Os números no setor de licenciamento feitos pelo Instituto Brasília Ambiental constatam uma melhora, embora a situação atípica instalada pelo coronavírus. O desempenho do mês de abril deste ano da área superou em 22% o do ano passado. E no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o número de licenças e autorizações expedidas em 2020 é 23% maior que de 2019.

Geração de empregos
As áreas de desenvolvimento econômico (ADEs) de Ceilândia e do Gama também receberão benefícios. Mais de R$ 7,4 milhões serão empregados na complementação de infraestrutura de drenagem e pavimentação asfáltica e na construção de praças. “Precisamos investir para gerar emprego e renda. Só assim conseguiremos atrair empresas com infraestrutura”, avaliou Ibaneis.

Outras prioridades incluem a licitação do viaduto da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epig) com o Parque da Cidade, a revitalização da Avenida Hélio Prates (Taguatinga) e a construção de pelo menos mais cinco unidades do Centro de Ensino da Primeira Infância (Cepi) em Planaltina, Gama, Recanto das Emas, Ceilândia e Vila Telebrasília.

Na área da saúde pública, o primeiro pacote de obras autorizou a licitação para construção dos hospitais Centro Sul (Guará) e o Oncológico, além da reforma e ampliação da Ala de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). “Esse é apenas o primeiro anúncio de uma série que o governador fará; teremos mais novidades nas áreas de saúde e educação”, previu o secretário de Governo, José Humberto Pires.

Além dos tradicionais serviços de tapa-buracos e manutenção da área verde de Brasília, o pacote de obras anunciado também contempla o plantio de 50 mil árvores, a execução e recuperação de calçadas com acessibilidade e a construção de quadras poliesportivas em várias cidades do DF. “Ainda tem muita coisa por vir. Esse é só o começo do que faremos”, disse o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Obras já licitadas
Praças da ADE Setor de Materiais de Construção de Ceilândia e Setor de Indústrias de Ceilândia
Complementação da infraestrutura de drenagem e pavimentação asfáltica na ADE do Gama
Revitalização da Praça do Povo, no Setor Comercial Sul
Revitalização da W3 Sul, nas quadras 513 e 514
Construção da bacia de detenção no Km 4 da DF-290 (Santa Maria)
Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) do túnel de Taguatinga
Execução dos serviços de complementação do cercamento da poligonal do Parque Ecológico Ezechias Heringer (Guará)
Recuperação de calçadas entre a Rodoviária e a Torre de TV
Execução de calçadas em diversos locais de Águas Claras
Plantio de 50 mil árvores
Poda de árvores no Plano Piloto, Sudoeste, Octogonal, Cruzeiro, SIA, Lago Sul, São Sebastião, Jardim Botânico, Núcleo Bandeirante, Guará/Lucio Costa, Candangolândia, Vicente Pires, Brazlândia e Ceilândia
Implantação de via de ligação do Fórum do Itapoã à DF-440
Recapeamento do Trevo de Triagem Sul ao Eixinho Oeste
Recapeamento das tesourinhas onde estão sendo feitas as recuperações dos viadutos
Terraplenagem da via SCIA/ PQNB e trecho da Epac
Execução de forro lateral na Feira Modelo Sobradinho
Manutenção de elevadores e escadas da Rodoviária do Plano Piloto
Manutenção e reforma do mastro da Bandeira
Construção das academias universais, Pontos de Encontro Comunitários (PECs) e parquinhos
Construção de quadra poliesportiva – Colégio Dom Pedro II
Construção de quadra poliesportiva – Cruzeiro
Construção de quadra poliesportiva – QR 122 – Santa Maria
Escola Porto Rico
Escola Classe Itapoã e Recanto das Emas
Construção da UBS Paranoá Parque
Construção da UBS Mangueiral
Construção da UBS Ceilândia
Construção da UBS Vale do Amanhecer
Construção da UBS Buritizinho
Construção de ciclovia na DF-459 (ligação Ceilândia/Samambaia)
Construção de ponte e canal em concreto na DF-079 – EPVL (Park Way)
Construção de novas faixas de rolamento, ciclofaixas, sinalização vertical e horizontal na DF-047 – Epar (Trecho DF-051-DF-025)
Construção de ponte e via marginal na DF-095 – Estrutural (Córrego Vicente Pires)
Implantação de pavimento na Rua São Bartolomeu, em São Sebastião
Pavimentação da rodovia vicinal VC-441, entroncamento com a DF-285 e a Colônia Agrícola Lamarão
Pavimentação da rodovia VC-461 (Núcleo Rural Jardim II)

Licitações autorizadas
Construção do viaduto do Riacho Fundo I
Requalificação do Setor de Rádio e Televisão Sul
Complementação do Sistema Viário da Estrada Setor Policial Militar (ESPM) até o Terminal da Asa Sul (TAS)
Viaduto da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epig) com o Parque da Cidade
Revitalização da W3 Sul nas quadras 508 e 502
Supervisão da obra do viaduto da Epig com o Parque da Cidade
Supervisão da obra do túnel de Taguatinga
Revitalização do Trecho III da Avenida Hélio Prates
Revitalização e urbanização do Setor de Oficinas Sul
Projeto do Drenar Plano Piloto, Faixa 01/02 Norte
Plantio de grama – projeto básico concluído no Noroeste
Manutenção de vias (tapa-buraco)
Manutenção, execução e recuperação de calçadas com acessibilidade em todo o Distrito Federal
Realização de sondagens e ensaios técnicos
Reforma e ampliação da Ala de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (Hran)
Revitalização da Fonte do Buriti
Centros de Primeira Infância (Cepis): Vila Telebrasilia, Planaltina, Gama, Recanto das Emas, Ceilândia
Projeto Hospital do Centro-Sul
Construção do Hospital Oncológico
Construção da Procuradoria Geral do Distrito Federal
Reforma da Ponte Costa e Silva

Depois de 28 anos de espera, a comunidade escolar do Setor M Norte, em Taguatinga, finalmente pode comemorar: começaram as obras de reconstrução da Escola Classe 52. Nesta primeira etapa, funcionários realizam o trabalho de topografia e terraplanagem, preparando o terreno para a fundação da nova edificação. O valor da obra, licitada pela Secretaria de Educação, é de R$ 8.033.310,99.

O antigo prédio da escola, cuja estrutura era provisória, já estava completamente interditado e será demolido pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O local agora irá contar com uma nova edificação principal, quadra coberta, horta, parque infantil, estacionamento e um sistema de caixas d’água.

O governador Ibaneis Rocha, tem percorrido regiões administrativas a bordo de seu carro para verificar o andamento de obras e as condições dos equipamentos públicos. Uma forma de estar mais perto do povo e ver as necessidades de cada um desses lugares.










































Fotos: Renato Alves.




Se você ainda não sabe como chamam as pessoas que nascem em Brasília, fique tranquilo, que o Blog do PAULO MELO explica




Bem, aqueles que nascem em qualquer região de Brasília são chamados de brasilienses. Mas pode acontecer de perguntar a alguém se é de Brasília, por exemplo, e receber a seguinte resposta: — Sim, sou Candango!

Candango? Como assim, candango?

Exatamente. Candango é o termo aplicado aos operários que participaram das primeiras construções do Distrito Federal, ao final da década de 50. Muitos deles migraram de outros estados, grande parte do nordeste. Esse movimento tinha o objetivo de prestar serviço a Juscelino Kubitschek, presidente na época, em fundar uma nova cidade no centro do país, para que pudesse ser a nova capital do Brasil.

Em cima da denominação “candango” criou-se uma nova significação histórica para Brasília e que remete a origem da cidade.

Juscelino, com sua intenção de criar uma nova cidade e decretá-la como capital, e com a situação de que trabalhadores de outras estados brasileiros aceitaram ajudar nessa missão, ele confirmou o uso da expressão “candango” para expressar um sentido contrário de insulto, como era utilizado para agredir verbalmente indivíduos negros. Candango, a partir de Brasília, teria um novo valor, uma nova representação, que fazia jus a todo esforço, dedicação e empenho, daqueles que acreditaram no sonho do ex-presidente e tiveram o prazer de concretizá-lo junto com ele.

Com isso, alguns dos trabalhadores, além de ajudar a construir uma nova capital, decidiram ficar e construir uma nova vida na nova cidade do cerrado do centro-oeste, tornando-se pioneiros de Brasília.

Por esse motivo, filhos, netos e as geração seguintes daqueles que se dedicaram às obras da capital, começaram a adotar o termo candango para se intitular “nascido em Brasília e membro de família que fez parte da construção de Brasília”, após 1960.
Mas qual a diferença de ser Brasilense ou ser Candango?

Independente de ser Brasiliense ou Candango, os dois se referem àqueles que nasceram em Brasília. A única diferença entre ser brasiliense e ser candango será a linhagem, se a pessoa vem ou não de uma geração que deu asas à construção de Brasília.


Além do mais, para homenagear os antigos construtores de Brasília, a escultura que é um cartão postal que está no centro da cidade — na Praça dos Três Poderes —, deixou de ser chamada de “Os Guerreiros” para ser conhecida como “Os Candangos” que faz uma representação dos trabalhadores que contribuíram para erguer a atual capital do Brasil.


Depois de muita articulação do deputado Delmasso (Republicanos), que solicitou em diversos orgãos do GDF a retomada dessa obra esperada há anos por moradores, síndicos e investidores da região do Park Sul

Fotos:Ricardo Bernardino.

Um acordo entre governo e incorporadoras que ergueram prédios residenciais no Setor de Garagens, Concessionarias e Veículos Sul, também conhecido como Park Sul, o projeto prevê a para o lugar. O GDF quer melhorar infraestrutura para incentivar mais investimentos na região.

Esse é mais um compromisso assumido e cumprido pelo vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), com os moradores do Park Sul, fruto da parceria sólida e produtiva que o parlamentar estabeleceu com os síndicos do bairro. 

“Depois de concluídas, as obras de infraestrutura do novo bairro Superquadra Park Sul-SQPS, serão importantes para consolidar o bairro e buscar mais investimentos e equipamentos públicos para a região”, ressaltou o deputado Delmasso.

Delmasso também é o autor do PL 923/2020, que tem por objetivo propor a alteração da denominação dada ao Setor de Garagens e Concessionárias de Veículos-SGCV para a nova denominação Superquadra Park Sul-SQPS, 

A mudança é resultado de inúmeras reivindicações de moradores da localidade, sendo importante registrar que atualmente a localidade abriga a instalação de complexos residenciais, hotéis, shoppings, concessionárias e garagens. Assim a proposta visa dar ao setor uma denominação que melhor atenda as necessidades da população local.

Um pool de secretarias e construtoras vai tirar da gaveta o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) de 2009 para levar desenvolvimento a duas regiões que estão entre as mais importantes do Distrito Federal: os setores de Garagem e Concessionárias e Veículos (SGCV) e de Oficinas Sul (SOF Sul).

O acordo entre governo e incorporadoras que ergueram prédios residenciais no Setor de Garagens, Concessionarias e Veículos Sul – também conhecido como Park Sul – prevê a construção de galerias de águas pluviais e recuperação asfáltica para o lugar.

A obra vai custar R$ 35 milhões, dinheiro que será bancado pelas empresas. “Por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), as empresas se comprometeram a arcar com o valor assinando um TAC. Fazemos reuniões quinzenais e aprovamos os projetos apresentados pelas empresas”, disse o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Em contrapartida, o GDF vai realizar as mesmas melhorias no Setor de Oficinas Sul, vizinho ao SGCV. Serão implementados 6,4 mil metros de drenagem e 9,7 mil metros de pavimentação. A previsão é que a obra custe R$ 25 milhões.

Os recursos virão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) por meio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A instituição é parceira do Governo do Distrito Federal na fomentação de melhorias em áreas de Desenvolvimento Econômico.

A secretaria quer incluir o SOF Sul no acordo atual com o BID, em que o GDF conseguiu US$ 71 milhões para realizar obras de infraestrutura nas ADEs, como a implantação de asfalto, linha de energia elétrica e redes pluviais.

Para custear as obras no SOF Sul, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico tentará convencer o representante do BID em Brasília para incluir o SOF Sul no Pró Cidades: Programa de Desenvolvimento Econômico do DF, que utiliza parte dos recursos internacionais para executar obras de infraestrutura nas cinco ADEs: três em Ceilândia, uma em Santa Maria e uma no Gama.

“O secretário de Obras entrou em contato conosco dizendo que lá no SOF Sul é uma outra área de desenvolvimento econômico. Nós fizemos avaliação da possibilidade de inserção dessa obra no programa. Começamos uma negociação com o BID para pegar o saldo de recurso existente para a execução dessa obra”, disse a subsecretária de Apoio às Áreas de Desenvolvimento Econômico, Maria Auxiliadora.

De acordo com Luciano Carvalho, apesar de o SOF Sul não se localizar numa ADE, a área se enquadra no perfil, por seu potencial de atrair empresas. “Temos o projeto e licenças ambientais. O Setor de Oficinas se enquadra muito nesse perfil de ADE. Então, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico está renegociando o seu contrato com o BID e há uma possibilidade grande de a gente conseguir incluir o SOF dentro desse programa”, detalha Luciano.

Alagamentos
Numa breve caminhada pelas ruas do SOF Sul, dá para perceber os remendos no asfalto e o consequente desnível que ele provoca na maioria das ruas. Mas o maior problema mesmo são os constantes alagamentos.


Fotos:Ricardo Bernardino.

Com a pandemia do coronavírus impedindo que os condomínios promovam reuniões presenciais, devido ao risco de aglomerações, a assembleia virtual tem ganhado destaque




A ferramenta de Assembleia Virtual possibilita que o síndico ou administradora realize a gestão das assembleias que ocorrem nos condomínios de forma mais organizada e interativa, permitindo que os condôminos possam levantar as suas dúvidas, participando dos comentários internos que estarão disponíveis, bem como a possibilidade de efetuar votação das pautas, de qualquer local e em qualquer hora. 

O recurso possibilita ainda que o condômino participe apenas da votação online e cadastre um outorgado responsável por levar ao Síndico o seu voto, de forma que seja contabilizado mesmo quando não houver possibilidade de comparecer pessoalmente na reunião.

Serviço: Apresentação de Como Funciona uma Assembleia Virtual do Condomínio Dedicado

Data: Sexta-feira (19/06).

Horário: 10h.

Local: Virtual

Inscrições: http://abre.ai/be5c

Mais informações: 61 98418-3003

Condomínio Dedicado
É uma empresa focada no desenvolvimento de software e soluções em TI, com o objetivo de atender todas as necessidades do seu condomínio, e fazer uma administração simples, rápida e transparente.

Telefone: 61 3039-2669 
E-mail: contato@condominiodedicado.com.br



A pandemia do novo coronavírus e suas consequências afetam o mundo todo, mas diante das dificuldades, a Secretaria de Obras do Distrito Federal decidiu não parar. Enquanto as autoridades de saúde dão prosseguimento às medidas de prevenção ao contágio e tratamento da Covid-19 no DF, as máquinas mantêm o ritmo das benfeitorias de que o Plano Piloto e as demais regiões administrativas precisam para progredir


Foto: Joel Rodrigues.


Com o pavimento do Eixão completamente recuperado e seguro, o prosseguimento da revitalização das tesourinhas já na segunda das quatro etapas e a liberação do Complexo Viário Governador Joaquim Roriz, na Saída Norte de Brasília, o Governo do Distrito Federal (GDF) segue o cronograma de obras planejado para os quatro anos de governo.

Para entender o que está sendo feito e o que começa a ser executado já neste segundo semestre, o site foi ouvir o secretário de Obras e Infraestrutura Luciano Carvalho. Na conversa a seguir, ele explica como as obras avançaram em Vicente Pires, os primeiros passos para início da construção dos viadutos de Taguatinga e da Epig, além de outras revitalizações em andamento no Plano Piloto. “Obras que serão entregues ainda neste governo, além de outras que virão.” Confira os principais trechos da entrevista. 

1-) A Secretaria de Obras faz obras de grande, médio e pequeno porte. Quantas estão em andamento?
A gente tem a sequência dos trabalhos de Vicente Pires que são o grande destaque do momento e todos os contratos que estão em andamento vão ser finalizados até o final de 2020 como era a promessa do governador Ibaneis Rocha.

2-) Como a pandemia do coronavírus afetou o andamento das obras no DF, e quais cuidados passaram a ser tomados pra prevenção do contágio da Covid-19 entre os trabalhadores?
Não afetou em nada no andamento das obras. Nós tomamos medidas preventivas junto às empresas e suas associações, sindicatos, como Sinduscon-DF [Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal]. Foi feita uma normativa de prevenção, de aquisição de equipamentos de proteção individual na prevenção ao contágio do coronavírus e nada foi afetado. Está tudo normal. E não tivemos proliferação de casos dentro do setor. Tudo tem seguido muito tranquilo.

3-) Então a população pode esperar que, com o início da estiagem, os trabalhos sejam ainda mais acelerados e a urbanização de Vicente Pires fique 100% concluída este ano?
É importante dizer o seguinte: não vai ficar 100% pronta porque – vou repetir a frase para que fique mais claro – todos os contratos que estão em andamento serão 100% finalizados até o final do ano. Tem obras lá que precisam ser contratadas e estão em processo de contratação agora, então pode ser que a gente ainda chegue até o final do ano sem entregar tudo. Mas já estará contratado também.

4-) Isso representa que percentual de conclusão?
Ah, vai estar 80% da cidade pronta. Até mais um pouco, talvez. As ruas principais vão estar todas prontas. Rua 3, Rua 4, Rua 7, Rua 10… que eram as mais problemáticas. Em termos de percentual de execução é 80%, mas em resolução dos problemas será mais de 90% dos problemas resolvidos.

5-) Ano passado, a Secretaria de Obras teve que rescindir contrato de urbanização no Sol Nascente depois que uma das integrantes dos consórcios responsáveis pela execução dos serviços entrou em processo de recuperação judicial. A nova licitação está prevista para o dia 22 deste mês. Qual vai ser o objeto dessa nova licitação e qual é o panorama dos serviços?
São duas licitações que nós vamos ter para o Sol Nascente. Essa de 22 de junho é para contratação dos projetos do Trecho 1 e do Trecho 3. Vale lembrar que o Trecho 1 é uma obra contratada e 100% entregue o objeto dela. O que iremos fazer lá agora são áreas remanescentes que precisam ser projetadas e executadas ainda. O projeto do Trecho 3 que temos em mãos é de dez anos atrás, está muito defasado. A ocupação da cidade mudou completamente, então ele é inexequível, não tem como executá-lo mais. Daí estamos contratando um novo projeto para o Trecho 3 também para poder depois licitar a obra dele. O Trecho 2 é outra licitação que nós vamos lançar, e que está sendo encaminhado para a Novacap a licitação para esse trecho e, aí sim, para execução de obras. Então ela deve ser publicada no mês de junho e realizada no mês de julho. Aí são as licitações para o Sol Nascente: uma de projeto e a outra de obra.

6-) O que falta para que o Sol Nascente/Pôr do Sol seja 100% urbanizado?
São três trechos: 1, 2 e 3. O Trecho 1, como te falei, o objeto contratado foi executado 100%. O que falta de área remanescente são pontas de rua, trechos pequenos. O Trecho 2 tem mais ou menos 65% da obra pronta. E o 3 tem em torno de 30%, 35% de obras executadas.

7-) O governo pegou o Complexo Viário Governador Joaquim Roriz com apenas cerca de 20% das obras feitas e conseguiu, em menos de um ano e meio, entregá-lo à população. O que uma intervenção dessa magnitude representa para quem passa diariamente pela Saída Norte do Plano Piloto?
Isso é um contrato antigo que o GDF já tinha e realmente estava com um índice de execução muito baixo [quando o governador Ibaneis assumiu o mandato, em 2019] e que nós conseguimos, com um ano e cinco meses e uma boa gestão e uma boa condução, avançar com as obras e fazer essa entrega para a população. Beneficia toda a região norte da cidade, com um tráfego intenso de veículos indo e voltando de Sobradinho, Colorado, Sobradinho II, Fercal, Planaltina, e os próprios moradores do Lago Norte e Taquari se beneficiam dessa melhoria. É uma entrega que coloca a Saída Norte num patamar completamente diferente. O volume de trânsito que existia ali vai ter uma fluidez muito melhor. As pessoas vão economizar tempo no deslocamento de casa para o trabalho, do trabalho pra casa… Então, é uma perspectiva bem diferente com uma melhora muito grande.

8-) É uma fluidez semelhante ao que se projeta com a construção do túnel de Taguatinga?
Sim. Ali em Taguatinga, para você ter uma ideia, circulam em torno de 135 mil veículos por dia. O centro de Taguatinga fica muito sobrecarregado, porque quem quer só passar pelo centro no sentido Ceilândia-Plano Piloto, por exemplo, ou vice-versa, vai só passar por baixo. Então teremos um trânsito livre, com o desafogamento do centro de Taguatinga, que é muito congestionado, trazendo um grande benefício para aquela população da própria cidade, além de Ceilândia, do Sol Nascente, do Pôr do Sol, de Samambaia… É um ganho muito grande para quem estiver só de passagem por lá.

9-) Em que pé está aquela obra?
Nós estamos finalizando os projetos que faziam parte do escopo do contrato. Estamos fazendo os desvios no trânsito necessários para quando a gente fechar o centro de Taguatinga, e agora, neste mês de junho, vamos fechar o trânsito no centro da cidade e começar a fazer a escavação. E a população começar a enxergar alguma execução de obra.

10-) E o viaduto da Epig? Como está o processo para início de execução da obra?
Já está publicado o edital, e a licitação vai ocorrer agora em junho. É uma obra de R$ 26 milhões, com recursos da Caixa Econômica Federal. Essa obra, a gente chegou a lançar o edital no final do ano passo, mas o Tribunal de Contas do Distrito Federal nos pediu algumas modificações no edital e no projeto e nós fomos obrigados a fazer a alterações necessárias. Como é uma obra que inclui financiamento, nós tivemos que levar à Caixa novamente para que ela pudesse aprovar as alterações. Vencemos todas essas etapas, e agora, este mês, ocorre a licitação do viaduto que liga o Parque da Cidade ao Sudoeste. O trânsito na Epig passará a ficar livre, sem mais aqueles semáforos confusos.

11-) Voltando a Taguatinga, a revitalização da avenida Hélio Prates era uma determinação do governador para este ano. Será possível? Para quando?
Este mês vamos publicar o edital da primeira fase. Nela, vamos fazer o primeiro trecho de revitalização, que é o seguinte: todos aqueles estacionamentos e calçadas vão ser revitalizados. As calçadas passarão a ser acessíveis – porque hoje, para se caminhar ali, é cheio de degraus e desníveis em desacordo com a nossa legislação urbanística –, com acessos adequados para as lojas. E os estacionamentos que estão completamente desordenados vão receber urbanização, com fluxo correto de estacionamento. Isso será dividido em três etapas de obras. A primeira licitação será publicada agora em junho, ocorrendo em julho, e na sequência as outras duas etapas. E depois a via central do trânsito de veículos e ônibus será completamente remodelada, com a recuperação completa do pavimento, faixa para ônibus… Enfim, será uma Hélio Prates completamente renovada em pouco tempo. Assim como na W3 Sul está sendo um trabalho em sequência, nós faremos na Hélio Prates também e vamos entregá-la completamente pronta.

12-) Por falar em W3 Sul, como seguem as obras por lá?
Nós já fizemos a entrega da 511 e da 512, e está em execução a obra na 509 e na 510, com cerca de 60% já concluída. A licitação das obras da 513 e 514 já foi aberta e devemos começar em breve. E depois vamos lançar mais duas licitações: uma que vai da 502 à 508 Sul, e outra, que será a última etapa, que serão as quadras 515 e 516. Nossa ideia é chegar ao final do ano com toda a W3 concluída, ou então em fase final de obras.

13-) A revitalização do Setor de Rádio e TV Sul (SRTVS) é uma obra à parte, correto?
Sim, é uma obra à parte. O SRTVS hoje é muito confuso, muito desordenado, com calçadas e estacionamentos muito ruins. Então nós vamos estabelecer uma ordem urbana ali por meio de um projeto muito bem feito pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação [Seduh] – nós fizemos o projeto executivo –, com projeção de ser licitação já marcada para junho.

14-) Será possível promover ali uma reorganização sem perder espaço de estacionamentos, um dos maiores problemas para quem trabalha e frequenta a região?
A visão da Seduh hoje, e com a qual a gente compartilha, é a de que, mesmo que não se ganhe mais vagas de estacionamento, quando se traz uma ordem tem-se um ganho de qualidade muito grande. Então aquela bagunça de carros estacionados de tudo quanto é jeito, de forma bagunçada, vai deixar de existir. Quando se ordena isso, você traz muito mais conforto para a população, além de segurança.

15-) Do que ainda depende a conclusão da W9, no Noroeste? Por que as obras foram iniciadas e interrompidas? Qual a previsão de que a via fique finalmente completa?
Ali houve um primeiro movimento de obra porque a gente trabalhou na etapa que podíamos fazer sem interferir nas casas existentes dos índios. Foi feito um acordo acompanhado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios [MPDFT], Funai e GDF para que a passagem seja liberada para conclusão da via W9. A nossa parte foi cumprida e a primeira parte foi feita. Mas, para darmos sequência, os índios têm que desocupar as casas existentes e a gente fazer a demolição. Para isso, a Terracap fez as residências novas, que já estão prontas, e que estão em fase final de recebimento, vamos dizer assim, pela Funai e pelo MP, para que os índios se mudem para as residências novas e nós possamos dar continuidade.

16-) O que foi feito ali nessa primeira fase?
Serviços de drenagem, basicamente. Fizemos a limpeza da área, o movimento de terra e a drenagem. As casas estão prontas, mas só estamos aguardando um OK do MPDFT e dos representantes dos índios para que possamos dar prosseguimento. A nossa parte está feita.

17-) Como segue o trabalho da Secretaria de Obras na expansão de ciclovias na cidade?
No Noroeste, por exemplo, estamos concluindo um trecho de ciclovia na W7, ao lado do Parque Burle Marx, que estava parcialmente executada, mas atendia uma demanda antiga dos moradores. Colocamos a Novacap para executar e isso trará muitos ganhos aos frequentadores, com uma faixa exclusiva para o trânsito de bicicletas, para corrida e prática de esportes. Está sendo feita também uma ciclovia por uma obra terceirizada do DER-DF, na ligação na DF-459, entre Samambaia e Ceilândia. A obra por lá está bem avançada e deve ser entregue nos próximos 30 dias.

18-) Há uma polêmica envolvendo moradores da Asa Sul contrários à padronização do revestimento dos túneis das tesourinhas e à retirada dos ladrilhos originais. Há uma descaracterização do projeto ao padronizar o revestimento das asas Sul e Norte – onde não há esses ladrilhos?
Na Asa Sul, onde as tesourinhas foram construídas primeiro, sempre teve esse revestimento de ladrilhos. Na Asa Norte, que surgiu depois, sempre foi concreto. Antes de iniciar as obras, nós consultamos o Iphan [Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional] com a ideia de padronizar. A opção que prevaleceu foi manter tudo em concreto, porque para fazer a recuperação das estruturas na Asa Sul seria necessário que removêssemos como estava. Foi tudo consultado, conversado, está tudo sendo muito bem feito e vai dar mais anos de vida com qualidade para essas obras de arte que são as tesourinhas.

19-) A previsão nesses próximos dois anos e meio de governo é que o DF passe por grandes obras transformadoras das cidades?

Sim, e tem muitas outras coisas em planejamento que nós iremos divulgar aos poucos. Essas obras todas que nós falamos serão entregues ainda neste governo e outras virão ainda, com certeza.

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