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 O público vai poder conferir durante cinco dias curtas-metragens nacionais e internacionais em sua plataforma digital e totalmente gratuita. Para participar basta acessar o site do Curta Brasília


Consolidado como um dos principais festivais brasileiros de curta-metragem, o Festival Curta Brasília comemora, neste ano, uma década. E para iniciar a celebração de suas 10 primaveras, preparou uma programação online e totalmente gratuita, de quarta-feira a domingo, 8 a 12 de dezembro, com mostras em realidade virtual com curtas nacionais e internacionais, em sua maioria inéditos no Brasil até o momento. 


Assim como em 2020, a edição será online e vai acontecer no próprio metaverso do Festival,  que permite não apenas o acesso aos filmes em 360º e 2D gratuitamente pelo computador, como também a criação e interação entre avatares escolhidos pelo público com passeio imersivo em ambiente com estética retrofuturista, criada pela VP Events. 


“Esse será nosso segundo ano com este modelo de Festival, com uma plataforma de realidade virtual, onde recebemos um público de 11 países, somando mais de 5.400 visualizações durante quatro dias em 2020. Enxergamos que esta nova forma de interação social após o contexto da pandemia é de grande valia e nos possibilita alcançar um grande público sem as barreiras que o ambiente físico nos limita. A programação traz esse conceito de retrofuturismo, mas de uma forma que coloca em destaque os direitos humanos, as mudanças climáticas e as desigualdades sociais que avançam mesmo com tecnologias mais presentes a cada dia”, explica Ana Arruda, diretora do Festival. 


Pioneiro na América Latina 


Desde 2016, e sendo o primeiro festival da América Latina com programação de cinema de 360˚, o Curta Brasília apresenta uma área exclusiva de cinema de realidade virtual.  Com um histórico de parcerias internacionais, workshops e laboratórios voltados para as narrativas imersivas, criando uma ponte entre o público e as novas tecnologias.



Formato híbrido - presencial e virtual 


Em 2021, o Curta Brasília retornou com suas atividades presenciais no Festival Hors Pistes do Centre Pompidou de Paris, realizado pela Aliança Francesa de Brasília, com a CVR - mostra de realidade virtual - no contexto do Novembre Numérique, em parceria com a Embaixada da França. "O intuito é seguir em 2022 com essas atividades que realizamos neste ano, para comemorar os 10 anos do nosso Festival e expandir para todos os públicos, tanto para os brasileiros quanto para os estrangeiros", antecipa Ana. 


Filmes que vão estar presentes na mostra


Com patrocínio da Embaixada do Reino dos Países Baixos e da Embaixada da França, e  apoio da Embaixada da Espanha, com parceria do Instituto Cultural da Dinamarca, o festival é realizado pela Sétima Cinema, e a Mostra CVR de Realidade Virtual vai apresentar alguns curtas-metragens inéditos produzidos nesses países, além da retrospectiva com alguns convidados. 


A abertura oficial acontece na quarta-feira, às 19h,  com o evento chamado Aglomeração Virtual, onde visa reunir o maior número de participantes de todo o mundo em seu metaverso. A programação vai contar com um debate com o diretor João Inada (do premiado filme "Na Pele") e a produtora Thamyra Tâmara (GatoMídia), atuantes no Complexo do Alemão e em periferias do Brasil com projetos sociais e artísticos. O debate vai abordar tecnologia e afrofuturismo, como democratizar e cocriar realidades e narrativas mais acessíveis para todes. Para quem quiser acompanhar, basta acessar o canal do Youtube oficial do evento (Festival Curta Brasília).


A Holanda, referência de inovação, economia criativa e políticas de direitos humanos, segue parceria com o Festival Curta Brasília, aportando reflexões ao grande público por meio do cinema e da realidade virtual.


A programação dos curtas holandeses vai abordar a diversidade, explorando narrativas tradicionais e imersivas para falar sobre identidade, como é o caso do filme Jordy in Transitland, de Willem Timmers.  O empoderamento e auto-aceitação, fazem parte do curta Munya in mij, de Mascha Halberstad, e a forma de lidar com desafios cotidianos distorcendo sua realidade com estilo bem-humorado, está presente no curta Jacco's film, de Daan Bakker. Alguns filmes fazem parte da retrospectiva de 10 anos, revisitando edições do Festival com destaques. 


O Festival, desde sua segunda edição, conta com a parceria da Embaixada da França que, neste ano, vai promover um debate sobre metaverso, realidade virtual e especulações do futuro. Com os especialistas franceses Damien Gires e Guillaume Lucas da Hervé de Paris, grupo que é referência em realidade virtual, com histórico de atuação com o Brasil. A mediação será feita por Mariana Brecht, roteirista e narrative designer de experiências imersivas premiadas, como "A Linha" e "YUKI". 


Entre os títulos, premiados curtas serão exibidos, como o curta francês The Real Thing, de  Benoit Felici e Mathias Chelebourg. O filme faz uma viagem para uma cópia do nosso mundo, uma realidade paralela arquitetônica de outros países, com réplicas de obras em ambiente residencial na China, com ares de ficção científica. Na programação de filmes franceses, Odyssée, de François Vautier, também está na mostra. Este promove uma experiência de realidade virtual que vai além do convite à viagem, não só esclarecendo as intenções monumentais de Kubrick, mas também revelando uma das chaves da obra nunca antes evocada. Outro destaque fica por conta de I Gotta Look Good for the Apocalypse, de Ayce Kartal, que simula uma possível realidade social impulsionada por momentos epidêmicos e de metaversos.


A Espanha estará presente com o filme M.O.M que mostra como a inteligência artificial pode afetar as relações afetivas humanas de uma forma decisiva, revelando um futuro mais próximo e possível do que imaginaríamos. Já o documentário espanhol Symphony mostra a potencialidade da narrativa imersiva para mergulhar no universo da música desde a concepção de uma composição, a construção de um instrumento até a experiência de estar dentro da orquestra. 


O destaque brasileiro fica por conta do filme Na Pele, de João Inada, exibido em festivais como IDFA - Competition for Digital Storytelling 2020, South by Southwest (SXSW) e Luxembourg City Film Festival.


Confira todos os curtas que vão estar presentes na mostra 


Na Pele (360˚) 

Dir. João Inada, 23 min. 2020, Brasil, Luxemburgo, China, Alemanha


Jordy in Transitland (2D) 

Dir. Willem Timmers, 06 min. 2016, Holanda 


Munya in mij (2D)

Dir. Mascha Halberstad, 20 min. 2013, Holanda

Jacco's film (2D)

Dir. Daan Bakker, 17 min. 2009, Holanda


Meet the Soldier (360˚)
Dir. Teddy Cherim, 21. 2018, Holanda e Uganda 


The Real Thing (360˚)

Dir. Benoit Felici e Mathias Chelebourg, 16 min. 2018, França


Odyssey 1.4.9 (360˚)
Dir. François Vautier, 07 min. 2019, França 


I Gotta Look Good for the Apocalypse (2D)
Dir. Ayce Kartal, 5 min. 2021, França


M.O.M (2D)

Dir. Patrícia Huguet, 19 min. 2021, Espanha


Symphony (2D)

Dir. Igor Cortadellas, 14 min. 2020, Espanha


Less than Human (2D)

Dir. Steffen Bang Lindholm, 06 min. 2016, Dinamarca 


Bacchus (2D)

Dir. Rikke Alma Krogshave Planeta, 05 min. 2018,  Dinamarca 



Serviço:

Festival Curta Brasília 2021

CVR - Mostra de Realidade Virtual

Quando: 08 a 12 de dezembro 

Acesso gratuito pelo site Curta Brasília 

Instagram: @festivalcurtabrasilia 

Debates transmitidos no canal oficial do evento: festivalcurtabrasilia

 

 O show será no Cafe de La Musique, às margens do Lago Paranoá. Os ingressos já estão à venda, podendo ser adquiridos no site ou App da Sympla 


O nosso santo bateu, Que sorte a nossa e Ser humano ou anjo, essas são três canções que de fato marcaram a carreira de Matheus & Kauan, durante a gravação do DVD,  há cinco anos, em Brasília. A dupla sertaneja é uma das mais queridas pelos brasilienses, e neste domingo (28), no Cafe de La Musique, ambos vão poder matar a saudade de quase dois anos desde o último encontro. 


Às margens do Lago Paranoá, o show contará com um repertório com os principais hits como A rosa e o beija-flor, Decide aí, Te assumi pro Brasil, e Vou ter que superar, a última é uma parceria com Marília Mendonça, e será cantada em homenagem à cantora. 


Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos pelo site ou app Sympla, ou  diretamente pela bilheteria da casa, com horário a ser agendado pelo whatsapp (61) 99803-1867. 


Serviço 

Cafe de La Musique Brasília 


Onde: Setor de Clubes Esportivos Sul, Tr. 2 - ao lado do Pier 21 

Quando: domingo, 28 de novembro, a partir das 19h;

Ingressos: Site ou app Sympla, ou  diretamente pela bilheteria da casa, com horário a ser agendado pelo whatsapp (61) 99803-1867. 

Para mais informações: @cafedelamusiquebrasilia



Pincéis que narram a vida e produzem histórias cheias de colorido e alegria. Assim são as telas da jornalista e artista brasiliense Anoushe Duarte Silveira que estarão em exposição no Foyer do Teatro Unidade SESC Presidente Dutra, no Setor Comercial Sul, entre 01 de novembro  e 17 de dezembro. A mostra intitulada “Mundo Ingênuo” traz 20 quadros da artista naif, todos eles disponíveis para venda.

O nome da exposição faz referência ao próprio estilo escolhido pela artista para sua expressão, uma vez que “naif” significa ingênuo em francês. Conhecidos como os “anarquistas dos pincéis” por não seguirem nenhum parâmetro acadêmico em sua pintura, os adeptos do movimento costumam ser autodidatas, de estilo livre.  No entanto, pelo colorido, poética e a alegria que caracterizam o naif existe uma identificação imediata com o público. “A simplicidade do estilo costuma conquistar muito as pessoas”, observa Anoushe.

Um exemplo dessa conexão é o trabalho da artista sobre a região de Piranhas (AL), no Rio São Francisco, que recebeu o primeiro lugar do júri popular na mostra Circuit Café-Culture em Genebra, Suíça, em 2017, e o segundo lugar na mesma mostra em Annemasse, França, em 2018. Neste período Anoushe participou também do Salão de Arte Brasileira de Vaduz, Principado de Liechtenstein e do XXXII Circuito Internacional de Arte Brasileira na Itália, Áustria e Eslováquia.

No Brasil, foi selecionada para participar da 13ª e 14 ª Bienal de Arte Naif em Piracicaba (SP) e da 1ª e 2ª edições da BÏNaif - Bienal Internacional de Arte Naif Totem Cor-Ação 2019, em São Paulo. Possui ainda obras de sua autoria no acervo permanente do Museu do Sol, em Penápolis (SP) e do Museu Minimalista de Parati (RJ).



Filha da artista plástica Conceição Duarte, começou a pintar com a mãe, que segue as tendências mais clássicas e acadêmicas, mas foi no contato com o Naif, pelas mãos do colega e amigo Rocha Maia, um dos maiores artistas do estilo no país, que encontrou sua forma de expressão. “O fato de ser algo poético e narrativo acabou me capturando para sempre porque sempre gostei de contar histórias e mesmo na pintura nunca me afasto disso”, explica. A artista também fez ilustrações de livros como “Debaixo dos Ipês - Crônicas Afetivas” pela Editora Chiado e do livro infantil “A Lua Curiosa e  Planalto Central” da Tocalivros. Grande parte de suas telas, aliás, foram feitas sob encomenda de pessoas que conhecem seus quadros e querem registrar por meio deles alguma história ou episódio marcante da própria vida.

No SESC, o público vai encontrar muito colorido e alegria, remetendo a uma narrativa da simplicidade da vida cotidiana, que a artista traz como respiro em tempos tão conturbados política e socialmente, e de luto coletivo pelas vítimas da pandemia no Brasil. “Espero que seja um momento de descompressão no coração das pessoas e que nos ajude a retomar fôlego para acreditar e construir um mundo melhor, a partir daqui”, resume Anoushe.

SERVIÇO

 Exposição: Mundo ingênuo

Período: 01 novembro até 17 de dezembro de 2021

Local: Foyer do Teatro Unidade Sesc Presidente Dutra/SCS

(Setor Comercial Sul, Quadra. 02, Edifício Presidente Dutra, Brasília DF | (61) 3319-4400/3319-4410)

Redes sociais da artistahttps://www.instagram.com/anoushenaif/ e https://www.facebook.com/AnousheNaif/

 

    

  O 14º Salão do Artesanato, na área externa do Pátio Brasil, reúne artesãos de 26 estados e do Distrito Federal. A entrada é gratuita! 


Até domingo (31/10), os brasilienses poderão conhecer as culturas regionais do Brasil a partir do artesanato. O 14º Salão do Artesanato reúne artesãos dos 26 estados da federação e do Distrito Federal, para ressaltar a importância da diversidade da produção artesanal no país.  Com o tema "Raízes Brasileiras",  o objetivo desta edição é "valorizar os traços da cultura popular na arte feita pelos artesãos". O evento acontece na área externa do Pátio Brasil Shopping,  das 10h às 22h. A entrada é de graça!  


Ao todo, haverá exposição de mais de 40 mil peças artesanais, estimulando o consumo de produtos artesanais e o conhecimento das histórias e culturas locais. Após quase dois anos sem perspectivas, a artesã sergipana Márcia Mendes, comemora a oportunidade de expor suas rasteirinhas de crochê. Para ela, o evento carrega uma importância imensurável. “A gente pode estar expondo as nossas peças, não só para venda, mas como forma de divulgação do nosso trabalho. Ainda mais depois de uma pandemia de quase dois anos com os artesãos sem perspectiva de vida. Essa importância é imensurável”, conta. 


A ideia é promover, anualmente, um ambiente que reúna o melhor da produção artesanal do Brasil, preservando a cultura nacional e estimulando o artesão a manter sua identidade cultural, possibilitando a troca de experiências e técnicas para a valorização da renda de várias famílias envolvidas na produção.  Serão realizadas rodadas de negócios com dezenas de lojistas nacionais e também com possíveis internacionais, ampliando as possibilidades de vendas e renda dos artesãos participantes. Será viabilizada a troca de experiências entre artesãos de várias regiões, com oficinas e palestras, onde diferentes técnicas e matérias primas são mostradas e ensinadas.


Instagram: Ateliê Márcia Mendes


Texto: Thalyta Guerra



O jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes vai lançar no Brasil o seu quarto livro-reportagem. “Açores em Cores – Belezas, Contornos e Potencialidades” leva o selo da editora “Present Celebration” e contou com o apoio do Governo açoriano, por meio da Direção Regional das Comunidades. O objetivo central desta iniciativa, de acordo com o autor, é “revelar detalhes que brasileiros, lusodescendentes e açordescendentes devem conhecer sobre o arquipélago”.

Os eventos de lançamento contarão com lotação reduzida e serão apenas para convidados, em virtude das orientações das autoridades brasileiras em virtude da pandemia de Covid-19.

No Brasil, o livro será apresentado nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. 

👉Dia 13/10, 20h - Casa dos Açores do Rio de Janeiro - livro apresentado pelo autor e pela fadista Maria Alcina

👉Dia 14/10, 18h - Casa dos Açores do Rio de Janeiro (com a presença de autoridades da diplomacia portuguesa) - livro apresentado pelo autor e pelo Cônsul-Adjunto de Portugal no Rio de Janeiro, João de Deus

👉Dia 15/10, 20h - Casa dos Açores de São Paulo - livro apresentado pelo autor e pelo deputado luso-brasileiro Paulo Porto

👉Dia 16/10, 13h - Casa de Portugal de São Paulo - livro apresentado pelo autor e pelo deputado luso-brasileiro Paulo Porto

👉Dia 21/10, 18h - Labbing Santa Lúcia Cowork - Belo Horizonte (com o apoio da Câmara Portuguesa de Minas Gerais) - livro apresentado pelo autor e pelo diretor-presidente da Câmara Portuguesa de Minas Gerais, Carlos Alberto Lopes

Outros eventos no país estão ainda a ser avaliados. Ainda em 2021, o livro “Açores em Cores” será apresentado no arquipélago açoriano e, em 2022, em Portugal continental.

Uma viagem por imagens e informações

Ao longo de 226 páginas, recheadas de entrevistas e fotografias, Ígor Lopes leva o leitor a conhecer pontos específicos sobre as nove ilhas açorianas, deixando claro que os Açores são um bom lugar para se viver, trabalhar, estudar ou, simplesmente, desfrutar de locais de tirar o fôlego.

O conteúdo está centrado no formato pergunta-resposta, onde especialistas em diversos segmentos nos Açores, no âmbito público e privado, falam sobre as oportunidades de investimento, os locais paradisíacos, a imponência da natureza, a importância da ecologia e da proteção ambiental, já que os Açores são um destino de turismo sustentável, a relevância da cultura, história, tradição e religiosidade, os registos da arquitetura e património locais, o papel do turismo e da promoção da imagem das ilhas, as experiências e atividades possíveis, o infinito azul do rico mar que banha as costas açorianas, a imensa comunidade açordescendente, o poder dos vinhos e da gastronomia locais, o olhar de quem chega às ilhas pelos ares, os vulcões e a sismologia tão estudados, a vida universitária, a força e a necessidade de se apostar nas vertentes tecnológica e na inovação, a segurança pública, a saúde, a organização política açoriana e as sinergias entre os habitantes locais e a comunidade de cidadãos estrangeiros residentes, incluindo os brasileiros.

Importa ressaltar que o livro “Açores em Cores” foi impresso em 2020, em Portugal, e que, em decorrência da situação pandémica mundial, só agora o autor tem a oportunidade de levar a obra a público, com as devidas restrições impostas pelas autoridades.

Participações ilustres

O prefácio do livro é de Adélio Amaro, escritor e especialista no tema Açores, já o posfácio é assinado por Beatriz H. Ramos Amaral, escritora e mestre em Literatura e Crítica Literária. Ricardo Alexandre, diretor-adjunto da TSF Rádio Notícias, de Portugal, escreveu sobre Ígor Lopes.

Contam com depoimentos na obra também Vasco Alves Cordeiro, ex-presidente do Governo Regional dos Açores, Bernardo Barreiros Cardoso, diretor do Turismo de Portugal para o Brasil, , que contribui com dezenas de fotografias, João Morgado, escritor e investigador sobre a expansão marítima portuguesa, a entidade turística dos Açores, Rui Faria, presidente da Associação dos Emigrantes Açorianos (AEA), Delfina Porto, presidente da Direção da Casa dos Açores de Lisboa, Ponciano Manuel Castanheira de Oliveira, presidente da Casa dos Açores do Norte – Porto, Sérgio Luiz Ferreira, professor da Universidade Federal de Santa Catarina e presidente da Casa dos Açores de Santa Catarina, Luiz Nilton Corrêa, antropólogo e historiador, João Leonardo Soares, presidente da Casa dos Açores do Rio de Janeiro, Daniel E. Gonçalves, professor e diretor cultural da Casa dos Açores do Rio de Janeiro, Marcelo Stori Guerra, presidente executivo da Casa dos Açores de São Paulo e membro do Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de São Paulo, Paulo Matos, presidente da Casa dos Açores do Maranhão, Orlando de Sousa da Silva, presidente da Casa dos Açores da Bahia, Leoter Viegas, vice-presidente da Direção e um dos fundadores da Associação dos Imigrantes nos Açores (AIPA), Jairo José Silva, presidente da Associação dos Imigrantes Brasileiros dos Açores (ASIBA), Vasco Paulos, presidente da Comissão Vitivinícola Regional dos Açores (CVRAçores), José Pacheco, diretor do Instituto de Investigação em Vulcanologia e Avaliação de Riscos (IVAR) dos Açores, Rui Tiago Fernandes Marques, presidente da direção do Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA), Susana Mira Leal, vice-reitora para a Comunicação, Relações Externas e Internacionalização da Universidade dos Açores, Agência Espacial Portuguesa (Portugal Space), Arnaldo Lima Ourique, Investigador na área do Direito Constitucional Autonómico e autor de obras acerca das regiões autónomas portuguesas, entre muitos outros.

Onde comprar?

Para já, a obra está a venda através das redes sociais do autor ou por encomenda direta via e-mail: igorpereiralopes@gmail.com com entrega em todo o mundo.

Sobre os Açores

Localizado no meio do Oceano Atlântico, a Região Autónoma dos Açores é composta por nove ilhas, divididas em: Grupo Oriental - Ilha de São Miguel e Ilha de Santa Maria; Grupo Central - Ilha Terceira, Ilha do Faial, Ilha do Pico, Ilha de São Jorge e Ilha Graciosa; e Grupo Ocidental - Ilha das Flores e Ilha do Corvo.

Apesar do contexto insular, os Açores não estão isolados. As inovações tecnológicas e a Internet ajudaram o arquipélago a se desenvolver, sendo, hoje, procurado por milhares de pessoas para momentos de lazer e, ainda, sendo vista para oportunidades de negócios. Um dos maiores orgulhos locais é a Universidade dos Açores, que recebe estudantes de diversas nacionalidades.

A estrutura das ilhas chama a atenção de diversos investidores, entidades e serviços. Os Açores contam, por exemplo, com a sede da Agência Espacial Portuguesa e com uma base da Organização do Tratado do Atlântico Norte, devido à sua importância geoestratégica.


Quem é Ígor Lopes?

Ígor Lopes é jornalista, escritor e social media entre Brasil e Portugal. É CEO da Agência Incomparáveis, que “defende a comunidade luso-brasileira”. É doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior, é Mestre em Comunicação e Jornalismo pela Universidade de Coimbra; Licenciado em Comunicação Social, na vertente Jornalismo, no Rio de Janeiro, pela FACHA; Possui especialização em Gestão de Redes Sociais e Comunidades para Jornalistas pela Universidade de Guadalajara, México. Os seus cursos superiores estão reconhecidos e validados pela Universidade Nova de Lisboa e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Atua para agências de notícias e meios de comunicação onde há Diáspora portuguesa e comunidade luso-brasileira. É responsável pelo conteúdo do Gazeta Lusófona, da Suíça, e pela agência e-Global, de Lisboa. Trabalha na aproximação entre Brasil e Portugal em vários níveis e é responsável pelo departamento de Comunicação e Marketing da Mutualista Covilhanense, em Portugal, onde desempenha funções também na “Casa Moura”, projeto de ajuda humanitária que acolhe jovens menores desacompanhados, fruto de um compromisso assumido pelo Estado Português junto da União Europeia.

É autor dos livros “Maria Alcina, a força infinita do Fado” (2016), “Casa do Distrito de Viseu: 50 anos de dedicação à cultura portuguesa no Rio de Janeiro” (2016) e “Rancho Folclórico Maria da Fonte da Casa do Minho do Rio de Janeiro - A jornada do grupo português que valoriza a cultura minhota no Brasil desde 1954” (2019). Mais recentemente, escreveu um quinto livro, ainda sem data de lançamento: “Festas d'Agonia - Viana do Castelo - Para Brasileiros e Lusodescendentes” (2021).

É membro da Academia de Letras de Teófilo Otoni (ALTO), da Eco Academia de Letras, Ciências e Artes de Terezópolis de Goiás (E-ALCAT), da Academia de Letras e Artes de Paranapuã (ALAP) e da Academia Luso-Brasileira de Letras (ALBL). Foi condecorado no Brasil e em Portugal com medalhas, diplomas e comendas por diversas instituições.

É importante ressaltar que nos eventos já confirmados todos os procedimentos relativos aos cuidados com a pandemia de Covid-19 serão exaustivamente levados em conta pelas entidades promotoras. A segurança de todos é uma prioridade!

Encontre o autor nas redes sociais:

Facebook: facebook.com/IgorPLopes

Instagram: @igorlopesrj

LinkedIn: linkedin.com/in/igorlopes-jornalista/

TikTok: @igorplopes


 


O ator, que vive o personagem Zeca em D.P.A., estará no mesão do programa neste sábado (21).  

Empatia e esperança por um mundo melhor. Esses são os desejos do ator Stéfano Agostini. Vivendo o sucesso como Zeca, o detetive da Capa Verde, em Detetives do Prédio Azul (D.P.A.!), o ator carioca foi convidado para fazer parte do mesão esperança, do programa Criança Esperança, da Rede Globo, neste sábado (21), a partir das 17h30.  

 

Essa é a primeira participação de Stéfano Agostini, como Zeca, no programa, que tem como foco principal a Educação. O tema não poderia combinar mais com as aspirações do ator, que vê nos processos educativos algo primordial para a vida de outras crianças e jovens.  

 

“Eu fico muito feliz em saber que estou fazendo parte da rede esperança, um projeto incrível que ajuda tantas pessoas, principalmente na parte da educação que, para mim, é a parte mais importante na vida de uma pessoa”, conta Stéfano.  

 

O ator, que vive o personagem Zeca, vai atender os telefonemas das pessoas que desejam doar para o Criança Esperança. A participação do Zeca será on-line das 17h30 às 18h30. “Nós vamos unir duas coisas em uma só, eu vou poder falar com as pessoas que gostam do meu trabalho e, ainda, vamos ajudar várias crianças. Acho isso incrível!”  

 

Ele afirma estar muito contente em fazer parte do mesão, em poder ajudar as pessoas de alguma forma e, claro, falar um pouco com as pessoas que fizerem as doações. “Eu espero que essa seja a primeira de muitas parcerias com o Criança Esperança”, finaliza.  

 

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