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Pessoas de todas as idades precisam umas das outras – e a pandemia da Covid-19 escancarou isso como nunca. Os dados estatísticos e as pesquisas de percepção realizadas nos últimos meses mostram que a necessidade de cuidados com crianças, idosos, enfermos e pessoas com necessidades especiais disparou – e isso caminha para se aprofundar ainda mais em um futuro próximo: segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT, um organismo vinculado à ONU). 2,3 bilhões de pessoas em todo o planeta precisarão ser cuidadas por outras até 2030, um número que é impulsionado por mais 200 milhões de idosos e crianças nas sociedades.  

“Cuidar das pessoas, investir no futuro” é o lema do Fórum Family Talks, que vai debater, de 24 a 26 de agosto, o papel das famílias, das empresas e dos poderes públicos de modo a oferecer insights para que a sociedade brasileira possa se reorganizar em suas diferentes esferas em torno do cuidado com seus cidadãos.

“Uma criança precisa de tempo em família mais intenso em seus primeiros anos de vida para se tornar um adulto saudável e equilibrado; as empresas devem oferecer aos seus empregados, especialmente à sua mão de obra feminina, condições concretas de manejar o tempo entre trabalho e família; os poderes públicos precisam instituir leis que assegurem esse equilíbrio. O cuidado privado tem repercussão pública, e isso precisa ser discutido”, aponta Rodolfo Canônico, especialista em Políticas Públicas para a Família pela Universidade Internacional da Catalunha e fundador e diretor-executivo do Family Talks.

O evento, que será virtual e com participação confirmada do ator Juliano Cazarré e de Patrícia Frossard, presidente da Philips no Brasil, reunirá pediatras, empresários, dirigentes de organizações da sociedade civil, professores universitários e colunistas especializados. As inscrições, abertas a todos os interessados, podem ser feitas no site fórum.family talks.org.

Tripé social – O Fórum Family Talks terá três painéis, um por dia de evento. O primeiro, focado no seio da família e sob o tema “Experiência com os filhos e a importância ao cuidar”, vai expor, entre outros tópicos, a importância do tempo dedicado pelos pais durante a primeira infância. Participam da programação a médica Pediatra da Sociedade Brasileira de Pediatria, Luci Pfeiffer, a fundadora da ONG Tempojunto e colunista da Revista Crescer, Patrícia Marinho, e o ator e pai de quatro filhos Juliano Cazarré.

“Sabe-se, por exemplo, que nos primeiros anos de vida o cérebro do bebê forma novas conexões ao ritmo de 1 milhão por segundo, taxa que nunca mais se repete na vida, segundo revelou um estudo do Harvard University’s Center”, destaca Canônico. 

O segundo painel se debruçará sobre a importância do equilíbrio trabalho-família – especialmente a premência, em nosso mercado de trabalho, de que as empresas criem e facilitem programas e políticas de apoio às famílias para as suas tarefas de cuidado. Um exemplo a ser seguido é o Care Economy Business Council, uma coalizão de 200 empresas, que inclui McDonald's, Google, Uber e Spotify, que já atua nesse sentido. 

Os convidados para a discussão são a country manager da Philips no Brasil, Patricia Frossard, a fundadora do Flux Institute e colunista da Revista Forbes, Flávia Camanho, e o diretor-geral do ISE Business School, José Paulo Carelli. 

No terceiro painel o tópico será a necessidade de apoio público para o cuidado, cujas premissas são o aumento da expectativa de vida da população e os novos arranjos familiares, que ampliam a demanda por cuidadores e desafiam a gestão pública. 

Os convidados nesse painel são o cofundador e diretor presidente do Grupo Tellus, Germano Guimarães, o professor da USP e fundador do  Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), Marcos Kisil, e o diretor pedagógico do Centro Educacional Assistencial Profissionalizante (CEAP), Paulo Neiva.

Nesse tópico estão inseridos projetos para os quais o Family Talks já advoga, como o Imposto de Renda das Famílias – que propõe mudanças no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) prevendo uma adoção de cálculos de modo a proteger as famílias com menor renda e mais dependentes –, a ampliação da licença parental e a adesão de mais empresas ao Programa Empresa Cidadã.

Como participar? Para participar do evento é preciso se inscrever em forum.familytalks.org e obter gratuitamente o ingresso na plataforma Sympla. Também é necessário ter o Zoom instalado. Saiba mais sobre o acesso ao evento clicando aqui.

A iniciativa – Family Talks é o programa de advocacy da Associação de Desenvolvimento da Família (ADEF), que busca assegurar proteção especial à família (artigo 226 da Constituição Federal) através da atuação junto ao governo e à opinião pública, com a promoção de ações públicas e privadas para o fortalecimento das relações familiares. A ADEF está vinculada à International Federation for Family Development (IFFD), que congrega mais de 200 associações, está em 66 países e possui status consultivo geral na ONU. 

Serviço

O quê: Fórum Family Talks – Cuidar das pessoas, investir no futuro

Quando: 24 a 26 de agosto de 2021

Horário: das 19h às 21h

Onde: Videoconferência via Sympla Streaming 

Site para inscrições gratuitas: forum.familytalks.org


 


O ator, que vive o personagem Zeca em D.P.A., estará no mesão do programa neste sábado (21).  

Empatia e esperança por um mundo melhor. Esses são os desejos do ator Stéfano Agostini. Vivendo o sucesso como Zeca, o detetive da Capa Verde, em Detetives do Prédio Azul (D.P.A.!), o ator carioca foi convidado para fazer parte do mesão esperança, do programa Criança Esperança, da Rede Globo, neste sábado (21), a partir das 17h30.  

 

Essa é a primeira participação de Stéfano Agostini, como Zeca, no programa, que tem como foco principal a Educação. O tema não poderia combinar mais com as aspirações do ator, que vê nos processos educativos algo primordial para a vida de outras crianças e jovens.  

 

“Eu fico muito feliz em saber que estou fazendo parte da rede esperança, um projeto incrível que ajuda tantas pessoas, principalmente na parte da educação que, para mim, é a parte mais importante na vida de uma pessoa”, conta Stéfano.  

 

O ator, que vive o personagem Zeca, vai atender os telefonemas das pessoas que desejam doar para o Criança Esperança. A participação do Zeca será on-line das 17h30 às 18h30. “Nós vamos unir duas coisas em uma só, eu vou poder falar com as pessoas que gostam do meu trabalho e, ainda, vamos ajudar várias crianças. Acho isso incrível!”  

 

Ele afirma estar muito contente em fazer parte do mesão, em poder ajudar as pessoas de alguma forma e, claro, falar um pouco com as pessoas que fizerem as doações. “Eu espero que essa seja a primeira de muitas parcerias com o Criança Esperança”, finaliza.  

 

 Psicóloga especialista em concursos públicos dá dicas essenciais. Confira! 


Faltando poucos dias para as provas do concurso da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a ansiedade e o nervosismo começam a tomar conta dos candidatos. Na fase de preparação para o certame é normal que o estudante se sinta pressionado. O peso e a importância das provas são grandes obstáculos não somente teóricos, mas também psicológicos. 


E, como as provas foram remarcadas por causa da pandemia, muitos candidatos estão ansiosos para concluir essa jornada e alcançar seus objetivos no grande dia da aprovação. 


Marcadas para o próximo final de semana, no sábado (21) as de escrivão, e no domingo (22) às de agente de polícia, as avaliações terão 4 horas e 30 minutos de duração. Como ficar tranquilo na hora da prova? E o que fazer para manter a calma na última semana de preparação?


Confira as dicas que a psicóloga Juliana Gebrim preparou para orientar os concurseiros nesta reta final. Não deixe que meses e meses de preparação se percam por conta de deslizes emocionais nos momentos que antecedem o certame. Portanto, que tal evitar isso e fazer a prova mais esperada deste ano?

 

1 - DURMA BEM – Para uma boa preparação para o concurso, é essencial que você esteja sempre descansado, seja para o próximo dia de estudos ou mesmo antes das provas. Nada de deixar para descontar nas madrugadas ou em um dia específico. A hora do sono, para o concurseiro, é tão sagrada quanto o próprio estudo. Privar a si mesmo de um bom sono pode ser a causa de vários problemas, entre eles depressão, estresse e paranoia.

 

2 - PRATIQUE MEDITAÇÃO, YOGA OU MINDFULNESS – Na verdade, a meditação e o yoga andam de mãos dadas em sua filosofia, mas a execução de ambas pode ser bem diferente. São muitos os benefícios que as técnicas do mindfulness podem trazer para os concurseiros que estão na preparação para o exame. Aliviar as tensões da prova que está por vir é só o começo, a prática também contribui para: diminuir o estresse e ansiedade, melhorar a qualidade do sono, reduzir o risco de desenvolver depressão, aumentar a capacidade de concentração e desenvolver a inteligência emocional e autoconhecimento.

 

3 - TENHA UMA ROTINA SAUDÁVEL – Na verdade, adotar uma rotina saudável é o mesmo que compilar todas as dicas que você já leu e organizá-las da melhor forma no seu dia a dia. De forma geral, para que as preocupações não afetem seu estado emocional, é preciso sempre manter-se nos eixos, buscando uma rotina de hábitos saudáveis e que façam bem ao seu corpo e organismo.

 

4 - ALIMENTE-SE BEM – Seja nos momentos antes da prova ou nos dias de preparação para o concurso, cuidar da alimentação faz parte de qualquer rotina saudável que se preze.

 

5 - CONTROLE SUAS EMOÇÕES E MEDOS? – Bata de frente contra isso! A verdade é que todos os estudantes têm seus medos e eles costumam dar as caras na hora de responder as questões para valer. O segredo é tentar canalizar esses medos, enfrentá-los de maneira racional e revertê-los.

 

6 -  RESPIRE ADEQUADAMENTE – Por fim, nos resta lembrá-los de que, agora que você tem um objetivo traçado, lembre-se de respeitar os seus  limites.


Em Goiânia, Consciente Construtora quase triplicou número de contratações de janeiro a junho de 2021 (Foto: Divulgação)

Em Goiânia, empresa do segmento quase triplicou número de contratações de janeiro a junho de 2021


A pandemia da Covid-19 ainda se coloca como um grande obstáculo à retomada da economia brasileira, mas alguns segmentos vivenciam uma forte tendência de crescimento. Mesmo diante do turbulento contexto da pandemia, 2020 conseguiu gerar um resultado positivo para o setor da construção civil, e o ritmo de crescimento não dá sinais de cansaço. Pelo contrário: o saldo do primeiro semestre de 2021 supera em muito os resultados do mesmo período do ano anterior.

Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a construção civil gerou, no primeiro semestre de 2021, 156.693 novos postos de trabalho formal nos canteiros de obras. É o melhor resultado para o segmento desde 2012. Para se ter uma ideia da expressividade desta marca, ao longo de todo o ano de 2020 foram criadas 157.881 mil novas vagas na construção civil - número praticamente igualado na metade do tempo em 2021.

Somente em junho, o setor registrou 22.460 novos empregos formais no Brasil, tendo Goiás entre os cinco estados que mais geraram vagas no mês, com 1.572 contratações. Uma das principais empresas do segmento em Goiânia exemplifica perfeitamente o bom momento de contratações no mercado. De janeiro a junho de 2021, a Consciente Construtora e Incorporadora preencheu 267 vagas, entre departamentos operacionais e administrativos. No mesmo período de 2020, foram 100 contratações, o que representa um crescimento de 167%. Segundo a supervisora de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Consciente, Lenyta Barbosa, o cenário econômico durante a pandemia tem sido positivo para o setor, como reflexo de taxas de juro atrativas e novas demandas provocadas pelo isolamento social.

"Com taxas de juros favoráveis e o interesse maior dos compradores, o setor da construção civil é um dos que apresentam altas significativas nos investimentos internos e externos no Brasil desde 2020. Este ano, o mercado goiano continua bastante aquecido, e essa confiança permite que novos empregos sejam gerados, tanto nos canteiros de obras quanto nos centros administrativos", explica Lenyta Barbosa.

Atualmente, a empresa está com 17 vagas em aberto, e já tem a previsão de abrir mais 10 nos próximos meses. As oportunidades em aberto contemplam cargos como Jovem Aprendiz (auxiliar administrativo), analista de sistemas, recepcionista, assistente de marketing (social media e videomaker), auxiliar de higiene e limpeza, estagiário de obra e assistente de projetos. Os interessados podem consultar os requisitos nos perfis da Consciente nas redes sociais e devem enviar o currículo para o e-mail dho@consciente.com.br. A Consciente é responsável por algumas das principais obras em execução na capital goiana atualmente, incluindo o Gaia Consciente Home, no Setor Bueno, que está na reta final e deve ser entregue ainda este ano, e o ambicioso complexo do World Trade Center (WTC Goiânia), no Setor Marista.

Este último é o segundo empreendimento da rede internacional de negócios no Brasil, depois de São Paulo, e seguirá a tendência do uso misto, abrigando uma torre residencial e outra comercial, além de shopping center, hotel, centro de convenções e áreas de convivência. O valor geral de vendas (VGV) do WTC Goiânia é estimado em R$ 300 milhões, e a finalização das obras está prevista para 2023.

Atualmente, a Consciente Construtora tem 17 vagas em aberto, com previsão de abrir mais 10 nos próximos meses (Foto: Divulgação)

O Jardim do Éden deve receber até 1280 famílias quando as quatro etapas forem concluídas (Foto: Divulgação)

Manutenção de equipamentos em dia e escolha certeira de bons fornecedores também estiveram entre as medidas adotadas em canteiro de Águas Lindas, no entorno do Distrito Federal, que evitaram atrasos nas entregas contratuais


Entregar a obra no prazo acordado com o cliente é um dos principais desafios da construção civil. Durante a pandemia da Covid-19, as empresas do segmento estão correndo contra o tempo e apostam na qualificação da mão de obra e na escolha acertada de parceiros e fornecedores para conseguir honrar os contratos. É o caso do Jardim do Éden, primeiro bairro planejado de Águas Lindas de Goiás, a 45 km de Brasília. A primeira etapa do loteamento já foi entregue a 340 proprietários, que agora estão erguendo suas casas, e as obras da segunda etapa, para mais 300 famílias, continuam a todo vapor e entraram na reta final. O residencial deve receber 1280 famílias quando as quatro etapas forem concluídas.

De acordo com o engenheiro fiscal da obra, Lucas Soares Mruk, uma das formas de se contornar os atrasos causados pelos períodos de lockdown, decretados pelo poder público por algumas vezes ao longo dos últimos meses, foi desenvolver um bom planejamento e escolher fornecedores que garantam a entrega de materiais e insumos no prazo. A obra prioriza, assim, fornecedores que tenham boas referências no mercado e capacidade para atender o volume de material demandado no loteamento.

“Em relação aos fornecedores e à matéria-prima, precisamos sempre certificar a qualidade dos produtos ofertados no mercado e também buscar parceiros que sejam conceituados no mercado. Uma das principais causas de atraso em obras de infraestrutura ocorre na chegada dos materiais. Para cumprir o prazo, estamos sempre um passo à frente na compra dos materiais, casando o nosso cronograma de execução com o prazo de entrega exigido pelo fornecedor dos materiais”, explica Lucas.

Outro ponto importante ressaltado pelo engenheiro é a utilização de máquinas com manutenção em dia. Mesmo com a capacitação adequada de funcionários para operar máquinas de grande porte, o planejamento da obra deve considerar a possibilidade de eventuais defeitos nos equipamentos durante os trabalhos e também precisa poder acionar rapidamente a assistência, para evitar paralisações muito longas no cronograma.

“Outra causa frequente de atrasos em obras são máquinas que se danificam. Procuramos sempre uma empresa com boa estrutura e que tenha a manutenção de suas máquinas em dia, evitando assim a paralisação das obras. Além disso, é importante manter uma fiscalização incisiva sobre a equipe executora, garantindo e atestando a execução de forma correta de todas as etapas das obras”, ressalta o engenheiro.


Uma das pracinhas do Jardim do Éden, em Águas Lindas de Goiás (Foto: Divulgação)

Lucas Soares Mruk também destaca a importância de investir na qualificação da mão de obra, por meio de treinamentos constantes. Segundo ele, uma equipe com número suficiente de colaboradores e que é formada por profissionais que estão atualizados em suas funções e atribuições tem mais condições de cumprir com os prazos determinados pelo planejamento e também contornar imprevistos e contratempos que possam surgir ao longo dos trabalhos. Além disso, evita o retrabalho e o desperdício de materiais e insumos.

“Um dos grandes desafios é garantir uma mão de obra preparada e capacitada em nossas obras. Temos um corpo técnico muito bem preparado, além de engenheiros experientes no processo. Contamos também com o apoio de duas equipes de laboratório dos solos e duas de topografia, tendo assim sempre a prova e a contraprova dos resultados obtidos em campo, evitando retrabalho e garantindo uma melhor assertividade em nossa produção. Sem dúvidas contamos com um gerenciamento de dados e recursos enxuto, evitando ao máximo desperdícios de material e retrabalho das equipes executoras”, afirma.

O Jardim do Éden é um bairro planejado na região central de Águas Lindas de Goiás, onde no passado havia um vazio urbano e destino de entulho. Hoje, os 440 mil metros quadrados estão recebendo casas, ruas amplas, avenida dupla e áreas comerciais. A primeira etapa já foi entregue com infraestrutura completa como asfalto, energia elétrica, iluminação pública, água tratada, rede de esgoto e galeria pluvial.

Jardim do Éden já entregou a primeira etapa e as obras seguem a todo vapor (Foto: Divulgação)
 

 


Diferentemente do que indica o senso comum, projetos de inovação podem significar mais do que a criação de equipamentos geniais. Para o Cebraspe, inovar é sinônimo de melhorar processos já existentes, de modo que as organizações ganhem em eficiência, melhorem a experiência do cliente, otimizem fluxos de trabalho e implantem práticas ambientalmente corretas.

Por isso, a instituição – já conhecida no Brasil por promover o ensino, a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico e institucional – elevou a aposta no aprimoramento do seu processo de gestão da inovação, para se consolidar como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) referência nas áreas de educação e avaliação.

De acordo com Claudia Maffini Griboski, Diretora Executiva do Centro, a agenda da inovação sempre foi uma das prioridades da instituição e ganhou força com o Novo Marco Legal de Ciência e Tecnologia (Lei nº 13.243/2016). Depois de criar o Programa Inovar, em 2019, e aprovar a sua Política de Inovação, em 2020, o Cebraspe está em fase avançada de implantação da Incubadora de Projetos, que vai estabelecer processos estruturados para melhor acompanhar os projetos de inovação advindos do Programa Inovar, além de outras iniciativas estratégicas da instituição.

“A ideia é estimular a cultura de projetos inovadores na organização, em outras Instituições de Ciência e Tecnologia (ICT’s) parceiras e também junto a pesquisadores interessados em desenvolvimento de projetos aderentes às áreas de atuação da nossa organização”, explica a Diretora, que também é Presidente do Comitê Interno de Apoio e Estruturação de Processos de Inovação (Caepi).

A incubadora vai prospectar, selecionar e capacitar projetos que apresentem ideias de produtos, processos ou serviços inovadores, com potenciais diferenciais de mercado, viabilidade técnica e econômica. Além disso, vai oferecer mentoria qualificada, capacitações e experiências na área dos projetos selecionados, para que as ideias sejam aprimoradas e recebam apoio que torne viável a sua implantação.

“Com o Programa Inovar, observou-se que alguns projetos não avançaram como poderiam por uma série de fatores e que, talvez, com uma incubadora de projetos, auxiliando na viabilidade, poderíamos ter um ganho institucional”, afirma Danylo Mucury, colaborador do Centro, um dos idealizadores da incubadora e membro do Caepi.

Programa Inovar – O Programa Inovar foi lançado pelo Cebraspe em 2019 e este ano entra em sua 2ª edição. A iniciativa associada ao trabalho da incubadora é mais uma semente do Caepi, que visa estimular e disseminar a cultura de inovação no Cebraspe.

Nesta edição, o Programa recebeu 19 inscrições de projetos inovadores. Foram oito na categoria Pessoas, três em Redução de Riscos, dois em Sustentabilidade e outros seis em Novos Produtos ou Serviços.

“A ação da incubadora será focada na agregação de valor para os projetos apoiados. Assim, toda a atenção da equipe de gestão da incubadora deve ser no sentido de identificar dificuldades e oportunidades, de forma a acelerar e ampliar o sucesso dos projetos”, assinala Mucury.

Mais sobre o Cebraspe – O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) é uma instituição sem fins lucrativos, criada com o objetivo de promover o ensino, a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico e institucional por meio da realização de estudos, pesquisas, programas e projetos nas áreas de avaliação, certificação e seleção.

Ao longo dos anos, consolidou-se como uma organização agregadora, capaz de contribuir efetivamente para o desenvolvimento do país em todas as suas áreas de atuação. Por meio de suas avaliações e pesquisas, fornece informações enriquecedoras para o desenvolvimento das organizações, sejam elas públicas ou privadas. Saiba mais sobre o Cebraspe em https://www.cebraspe.org.br/sobre-nos/

Decorado de 1 quarto do Hub Compact Life propõe otimização do espaço (Divulgação)

Brasileiros nascidos entre 1980 e 1995 representam hoje grande parte da população economicamente ativa e querem imóveis que privilegiam a experiência e a praticidade


Recentemente, a internet foi tomada por um acalorado embate de gerações, que rendeu o célebre meme "cringe", termo em inglês que significa "constrangedor". O debate foi desencadeado por indivíduos da geração Z – nascidos entre 1995 e 2010 –, que ironizaram o comportamento dos millennials, como são chamados os pertencentes à geração Y, de 1980 a 1995. Apesar de serem vistos como "estranhos" e "vergonhosos" pelas gerações mais novas, os millennials representam, atualmente, uma das fatias da população economicamente ativa com maior poder aquisitivo e recebem atenção especial por parte das empresas. Um exemplo é o mercado imobiliário, que está se adaptando às características e pretensões dos brasileiros que possuem entre 26 e 41 anos.

Uma das principais diferenças dos millennials em relação às gerações anteriores é a priorização da experiência de consumo em detrimento da construção de patrimônio. Enquanto os indivíduos que atingiram a independência financeira entre os anos 1970 e 2000 tinham o foco claramente voltado para a sensação de aquisição, tendo como principais sonhos a compra da casa própria ou de um carro, os millennials estão mais atentos à praticidade e não dão muita atenção ao conceito de status social. Por isso, os imóveis pensados especificamente para este público destacam principalmente a localização e a funcionalidade, como explica Karina Duarte, especialista em Gestão Organizacional e Desenvolvimento Humano.

"A geração Y quer praticidade, facilidade e qualidade de vida. Por isso, eles preferem os centros urbanos e imóveis localizados em bairros mais acessíveis, tudo em nome de mais mobilidade e para não perder tempo. Aliás, tempo é uma coisa muito importante para os millennials. Se o apartamento for perto do trabalho, então, melhor ainda. Uma grande parcela deste público prefere morar em apartamentos funcionais e menores, com condomínio que disponibilize área fitness, coworking, espaço gourmet e outros recursos que complementem o apartamento. Esse senso de coletividade se casa com o foco na usabilidade e na simplicidade", afirma Karina.

Mesmo em apartamentos compactos é possível cultivar plantas (Divulgação)

Uma pesquisa da MindMiners, especialista em mercado digital, aponta que atualmente comprar um imóvel é prioridade para pouco mais da metade dos brasileiros, confirmando uma mudança de paradigmas trazida pela geração Y. A predileção por gastos com gastronomia, turismo, tecnologia etc. colocou de lado a necessidade de construção de patrimônio. Segundo o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), 63% dos brasileiros ficariam satisfeitos com um contrato flexível de aluguel no lugar da casa própria. Os que ainda fazem questão de comprar imóveis acabam preferindo espaços menores e mais funcionais.

Para Marcus Araujo, CEO e fundador da Datastore, especialista em inteligência de mercado, a geração Y se diferencia principalmente por causa do modelo reduzido de família, com um número consideravelmente menor de filhos do que a tendência observada nas gerações anteriores. Esta característica também modificou a relação com os imóveis e a construção de patrimônio, que eram os principais objetivos nas décadas anteriores.

"A geração Y está na faixa entre os 26 e 40 anos, tem um ou dois filhos. Essa geração é descendente da X, que foi a que mais construiu nos últimos 200 anos. Tinham casa no campo, na cidade, imóvel comercial. A geração X foi a grande responsável pela verticalização das cidades em todo o mundo, empreendedores e competitivos. Já a Y é exatamente o contrário, e foi incentivada a compartilhar tudo", explica Marcus Araujo.

Móveis com muitos compartimentos e divisões internas são uma boa pedida para apartamentos compactos (Divulgação)

Com a mudança do comportamento, os projetos também vêm sofrendo adaptações: apartamentos voltados a esse público, que irá alugar ou comprar em algum momento, agora são mais compactos, porém com elevado nível de acabamento, inovações tecnológicas, espaços atualizados na área comum e compartilhamento de serviços.

"Os millennials pensam em praticidade e usabilidade. Querem morar em um lugar que ofereça boa localização, projeto inteligente, alto padrão de acabamento e áreas comuns bem equipadas. Esse tipo de imóvel atende muito bem tanto quem quer comprar para investir quanto quem quer morar", diz João Gabriel Tomé, CEO da City Soluções Urbanas.

A City Soluções Urbanas, juntamente com a O.M. Incorporadora, desenvolve desde 2015 uma linha de empreendimentos com apartamentos compactos que possuem características voltadas a agradar os millennials em Goiânia. O sucesso dos condomínios Art Residence, Dot Bueno Residence, Spot Marista e Hub Compact Life nos últimos anos consolidou as empresas como referências no segmento de compactos de luxo na capital goiana. Agora, a aposta é no Azure Compact Life, novo empreendimento de 1, 2 e 3 suítes localizado na Alameda Ricardo Paranhos, no Setor Marista.

Entre os diferenciais do Azure que prometem agradar os millennials, estão a localização privilegiada, uma proposta de arquitetura moderna e fluida para a fachada e atenção total aos detalhes. Além disso, o empreendimento possui uma forte presença de tecnologia embarcada, incluindo uma conveniência para consumo dos moradores com pagamento via QR Code e também a guarda-entrega, uma área na portaria adaptada para delivery de alimentos, equipada com freezer e geladeira. Segundo João Gabriel Tomé, essas características foram pensadas para atender à demanda dos consumidores com perfil millennial, além de agradar investidores que estão adquirindo imóveis voltados para este público.

"Oferecemos coworking, bicicletário, academia, vaga verde para carros elétricos e outras comodidades que diferenciam muito o empreendimento e agradam essas pessoas que possuem senso coletivo e querem viver em um lugar que tenha vida própria", avalia João Gabriel.

João Gabriel Tomé, CEO da City Soluções Urbanas, aposta na boa aceitação dos apartamentos compactos (Divulgação)

Segundo a especialista Karina Duarte, outros aspectos que atraem os millennials são a possibilidade de personalização e a valorização da sustentabilidade. Ela afirma que grande parte destes consumidores procura informações pela internet e está atenta aos valores disseminados pelas empresas em suas redes sociais. Assim, imóveis como o Azure, que apostam em conceitos ecológicos e fazem uso de práticas sustentáveis para minimizar os impactos ambientais, costumam atrair esse público atento às pautas contemporâneas.

"Além de apartamentos menores e mais funcionais, os millennials prezam muito pelo bem estar e priorizam aspectos como saúde mental, felicidade, sustentabilidade, estilo de vida. O mercado precisa se adaptar a esses anseios e, para isso, está oferecendo espaços inteligentes, que podem ser personalizados e que valorizam a sustentabilidade. A geração Y está muito alinhada a empresas que demonstram ter engajamento com a sustentabilidade e que possuem uma preocupação ambiental explícita", analisa Karina.



 


Já foi dada a largada para a VII Semana Rede Pedagógica, capacitação gratuita oferecida pela Rede Pedagógica, rede de educadores que conta com especialistas de toda a América Latina. Voltada para professores, coordenadores, orientadores, diretores e outros profissionais da educação que desejam aprender mais, para ensinar ainda melhor, a Semana vai debater nesta edição o tema ‘Alfabetização’, alicerce para uma educação de qualidade. O evento acontece até o dia 8 de agosto e os participantes receberão um certificado com registro de 120 horas de atividades.

Alfabetização –  De acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), maior estudo sobre educação do mundo, o Brasil tem baixa proficiência em leitura, matemática e ciências, se comparado com outros 78 países que participaram da avaliação. Segundo Erika Radespiel, diretora pedagógica da Rede, é importante discutir metodologias em prol da alfabetização das nossas crianças em um mundo cada vez mais globalizado, tecnológico e diverso. 

“A alfabetização deve ainda ser discutida de forma ampla e não apenas restrita à apropriação da língua escrita. Por esse motivo, a formação é indicada não apenas para professores alfabetizadores da última etapa da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, mas para todos os educadores, estudantes e pessoas que se interessam pela temática. As famílias também podem participar, sem restrições”, explica. 

Entre os convidados da Semana Rede Pedagógica estão o Doutor Lino de Macedo, maior referência do Brasil em processos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil; Pós-Doutor Cristiano Muniz, especialista em Alfabetização Matemática e consultor do Ministério da Educação; Doutora Silvia Colello, Professora e Livre-Docente da Universidade de São Paulo; Doutora Maria Alice Junqueira, psicóloga, coordenadora do Letra Viva Alfabetiza; e Paulo Tatit e Sandra Peres, músicos, compositores e criadores da Palavra Cantada. 


Para participar da Semana, basta entrar no site
www.semanarede.com.br e realizar cadastro do nome completo, endereço eletrônico (e-mail) e senha para acesso aos conteúdos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente no link: www.rpead.com.br/courses/vii-semana-rede-pedagogica 

Serviço: VII Semana Rede Pedagógica


Quando: 01 a 08 de agosto

Onde: Instagram @redepedagogica

Programação e inscrições: www.semanarede.com.br


Programação da VII Semana Rede Pedagógica

1º de agosto (domingo)

19h - Alfabetização e desenvolvimento infantil | Lino de Macedo

2 de agosto (segunda-feira)

19h - Alfabetização matemática | Cristiano Muniz

3 de agosto (terça-feira)

19h - Alfabetização e letramento | Maria Alice Junqueira

4 de agosto (quarta-feira)

19h - Literatura e letramento | Pedro Bandeira

20h30 - Alfabetização digital | Fabiane Gontijo

5 de agosto (quinta-feira)

19h - Letramento digital | Mônica Timm

20h30 - Literatura e alfabetização | Luciene Rêgo

6 de agosto (sexta-feira)

19h - Alfabetização e musicalização – Parte I | Paulo Tatit

20h30 - Alfabetização e histórias | Jussara Ferreira

7 de agosto (sábado)

19h - Letramento transcultural | Niels Nilsen

20h30 - Alfabetização e BNCC | Andréia Martinez

8 de agosto (domingo)

9h - Alfabetização e Psicologia | Simone Lavorato

20h30 - Leitura e Letramento | Ilan Brenman

12 de setembro

19h - Alfabetização e musicalização - Parte 2 | Sandra Peres (Palavra Cantada)

 

Algumas empresas oferecem opção de escolha aos colaboradores neste momento de readaptação; especialista comenta novos desafios para gestão de pessoas no modo híbrido 

Com a evolução do Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19, muitas das empresas que adotaram o trabalho remoto durante a pandemia passam a analisar se já é possível o retorno às atividades presenciais. Mas como decidir? Enquanto muitos colaboradores anseiam pelo retorno ao ambiente de trabalho, outros se adaptaram muito bem ao home office.

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em novembro de 2020, cerca de 7,3 milhões de profissionais estavam trabalhando à distância para evitar a disseminação do novo coronavírus. Entretanto, desde 2018 já era possível observar um crescimento nesse movimento. Segundo o IBGE, naquele ano, cerca de 3,8 milhões de brasileiros já trabalhavam de casa, com um crescimento de 21,1% em relação a 2017.

Como a pandemia acelerou ainda mais esse movimento, a tendência é que a flexibilidade do local de trabalho seja adotada por muitos. Agora, é a vez do modelo híbrido de trabalho. 

Na Rui Cadete Consultores, metade da equipe segue trabalhando em casa e metade já retornou à empresa, divididos de acordo com a decisão de cada colaborador. “Nós demos à nossa equipe a possibilidade de escolha sobre como querem continuar trabalhando. Alguns ainda estão com receio de voltar ao trabalho presencial, ou se adaptaram muito bem ao home office, já outros preferem a rotina presencial, e assim vamos operando de forma que todos estejam confortáveis”, conta Ana Cláudia Medeiros, gestora do setor de Gestão e Gente da empresa.

O especialista em Gestão Estratégica de Pessoas e professor da Estácio, Eder Medeiros, aponta que esse formato híbrido já é uma tendência muito forte em outros países e afirma que essa pode ser uma excelente oportunidade de as empresas nacionais atualizarem sua forma de operar. 

“No Brasil, muitos empresários ainda valorizam a gestão engessada, presencial, porque associam isso à produtividade e, por esse motivo, devemos demorar a ter uma adesão forte ao modelo híbrido de trabalho, mas já observamos a diminuição da necessidade de presença física, com isso acontecendo apenas em reuniões esporádicas, e essa tendência deve ser puxada pelas empresas mais jovens, como as startups de tecnologia”, analisa o docente. 

Novo momento, novas necessidades

Segundo Eder, uma das dificuldades que os gestores vão enfrentar nesse novo momento no mercado de trabalho é mostrar para as duas equipes - presencial e à distância, que ambas fazem parte do mesmo time. “Além disso, acompanhar os que estão no trabalho remoto para que continuem desenvolvendo suas funções dentro da cultura organizacional e de acordo com a missão da empresa”, afirma.  

Já do colaborador, serão exigidas novas habilidades como a adaptabilidade às novas rotinas e o domínio sobre as novas tecnologias que possibilitam esse trabalho à distância. “Muito importantes serão também a autoliderança e a autonomia na organização de demandas, porque não vai haver um chefe ali do lado cobrando, mas os resultados precisam ser entregues da mesma forma, ou até melhores”, adianta Eder.

Para Ana Cláudia, a empresa deve também oferecer suporte à equipe neste momento de retorno não só em estrutura física, de maquinário, mas também no que se refere a uma assistência psicológica. 

“Se o colaborador tem medo de perder o emprego, de não dar conta das demandas, da pressão do superior ou de adoecer, todos esses fatores impactam em sua produtividade. Então, o empresário precisa conversar de maneira aberta sobre toda essa situação com as pessoas: se a empresa é pequena, vai de um a um; se for maior, cabe aos líderes terem essa conversa”, orienta.

Ela relata que um dos principais pontos de atenção da Rui Cadete neste momento é garantir que a empresa seja um ambiente seguro para os que decidem retornar, bem como direcionar uma atenção especial à saúde mental da equipe. 

“Na Rui Cadete temos um momento para falar sobre emoções, uma espécie de bate-papo. Alguns assistem online e outros estão presencialmente, ocorre sempre na última sexta-feira do mês, quando falamos sobre raiva, frustração, gratidão, esperança. Temas que eles escolhem”, exemplifica. 

De acordo com a gerente de RH, fazer com que o colaborador entenda que não são só eles que sentem angústia e medo, e oferecer um espaço seguro para o diálogo é essencial para esse momento ainda de incertezas. 

“Temos muito contato com os colaboradores para entender suas dores, disponibilizamos o serviço de uma psicóloga clínica na empresa para atendê-los, porque cada um tem uma história de fragilidade decorrente da pandemia. E esse suporte é fundamental para que possam seguir com suas vidas tanto profissional, quanto pessoal”, relata.

 

Juliana Gebrim é a primeira psicóloga brasileira a abordar temas relacionados às emoções dos concurseiros no Brasil. Evento gratuito acontece entre 26 e 31 de julho e será transmitido ao vivo no YouTube 


Estudar para concursos públicos já era um desafio conhecido antes da pandemia. Com o isolamento social, essa atividade sofreu impactos diretos, tornando a preparação ainda mais complexa. Dificuldades para organizar a rotina de estudo dentro de casa e manter o equilíbrio emocional diante das pressões trazidas pela pandemia estão entre os novos desafios impostos aos candidatos. 


Para auxiliar os concurseiros, o Gran Cursos Online realiza a “Semana do Equilíbrio Emocional”, evento gratuito que começa na segunda-feira (26) e segue até o sábado (31). Durante toda a semana, a psicóloga clínica e neuropsicóloga Juliana Gebrim irá debater com vários especialistas sobre temas decisivos para se ter uma preparação emocional de qualidade durante os estudos para concursos públicos. 


O evento é direcionado para concurseiros, mas qualquer pessoa interessada no assunto pode acompanhar as lives no Canal do YouTube do Gran Cursos Online. A inscrição é gratuita.


Conhecida e reconhecida por seu trabalho e palestras em todo o Brasil, Juliana é a primeira psicóloga brasileira a cuidar das emoções dos concurseiros. De acordo com a profissional, a preparação para concursos públicos sempre exigiu muito dos candidatos. Controlar as emoções, conhecer os sentimentos, ressignificar sensações ruins e respeitar os limites nunca foram tão importantes para a jornada dessas pessoas. 


“Nós vamos trazer estratégias essenciais orientadas por especialistas que conhecem essa longa trajetória enfrentada pelos candidatos. Por meio de uma pesquisa informal, realizada por mim, com jovens de 25 a 35 anos, identifiquei os principais tópicos que estavam incomodando as pessoas tanto no período pré-pandemia, quanto neste momento que está sendo vivido. Por isso, a dica primeira dica é que em qualquer preparação, é preciso unir domínio de conteúdo e dicas de equilíbrio emocional”, reforça. 


Segundo Gebrim, a Semana do Equilíbrio Emocional foi planejada a partir das queixas emocionais mais realizadas por concurseiros. “Será um evento fantástico com convidados especiais, tudo baseado em dados científicos, com conteúdos riquíssimos, tanto para as pessoas que querem entrar no serviço público, quanto para aquelas que enfrentam problemas emocionais neste momento pandêmico”, diz.  


A profissional ressalta ainda que o evento trará experiências de profissionais que há algum tempo “tiveram histórias de superação de seus limites, de dificuldades, e até superação da maternidade e que conseguiram alcançar o sucesso tão pleiteado em sua trajetória de preparação”.


“As pesquisas mostram o aumento exponencial dos casos de ansiedade, pânico, depressão, comportamentos obsessivos compulsivos e tentativas de suicídio. Diante desses dados é importante entendermos que o equilíbrio emocional é primordial para as nossas vidas. Precisamos criar novas formas de realizar nossas atividades e assim desenvolvermos ferramentas estratégicas para passarmos esse momento da melhor forma possível e alcançarmos os nossos objetivos profissionais”, finaliza.



Programação
- Na segunda-feira (26), os participantes vão conhecer o que pessoas de sucesso fazem para acelerar a aprovação em concursos públicos. O evento será conduzido por Juliana Gebrim com a colaboração do médico e psiquiatra Pablo Vinícius. Na terça-feira (27), a psicóloga falará sobre como a felicidade pode, ou não, estar relacionada à atuação em concursos públicos e terá a companhia da professora Geilza Diniz. 


Na quarta-feira (28), Juliana Gebrim conversa com as delegadas Luana Davico e  Lhais Hamid sobre como as comparações podem afetar na sua aprovação no concurso que sempre almejou. Na quinta-feira (29), a psicóloga volta a discutir com o médico e psiquiatra Pablo Vinícius sobre o que é inteligência: "Alimentos inteligentes e suplementos. Na sexta-feira (30), o evento terá a participação especial do professor e escritor, Alexandre Meirelles, que vai conversar com a psicóloga sobre os 20 erros mais cometidos por concurseiros e a relação com o emocional.  


No sábado (31), Juliana receberá o professor Diego Ribeiro. Eles vão destacar os principais prejuízos e sinais de pessoas tóxicas ao seu redor. Como essas pessoas podem afetar seus estudos?


Os eventos serão transmitidos gratuitamente no canal do Gran Cursos Online no YouTube. As inscrições e a programação completa estão disponíveis no link

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