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Com apenas 25 anos, a empresária Paula Fernanda abriu seu Instituto, em 2015, após uma intensa trajetória no mercado de beleza, que começou aos 17 anos.  A especialista em sobrancelha é precursora da técnica denominada Gradlines que se tornou referência em design contemporâneo e sofisticado

 

 

 

Força, inovação, sensibilidade e muita determinação, esses são atributos da empresária Paula Fernanda que, desde o início da juventude, mostrou que tinha todo o perfil para ser uma grande especialista no mundo da beleza. Após atuar em um salão de beleza de alto padrão, no Centro de Brasília, Paula entrou para o mundo do empreendedorismo feminino.

 

Em 2015, Brasília recebeu o Instituto Paula Fernanda que trouxe para Brasília várias técnicas de micropigmentação. A empresa tem como objetivo oferecer atendimento de excelência, ensino de qualidade e abraçar mulheres vítimas do câncer. A especialista se tornou grande referência ao criar a técnica Gradlines, sendo destaque em design contemporâneo e sofisticado.

 

 

“A técnica Gradlines é indicada para mulheres que desejam ter a calda das sobrancelhas mais alongado, e que por algum motivo, seja genético, de saúde ou ter retirado o excesso de pelo de forma errônea, acabaram perdendo o final da sobrancelha. Consigo criar a calda, a partir da gradiência da sombra e, assim, a sobrancelha fica com uma calda linda e charmosa. A técnica Gradlines é uma técnica totalmente artística e sofisticada, pois os fios se mesclam com a sombra gradiente”, define a empresária.

O Instituto oferece todos os servidos ligados à performances facial, entre eles: designer e coloração de sobrancelha, henna, brow lamination,
 lash lifting, micropigmentações, microblanding, revitalização e neutralização labial, depilação à laser, despigmentação à laser de sobrancelha, harmonização facial, limpeza de pele e revitalização facial, manicure, spa dos pés, massoterapia e peeling ultrassônico.  

 

Dentro do microblanding, vale destacar a flowbrows, que são fios não tão alinhados e a fios wild, ideal para sobrancelhas mais desconexas, inspiradas nas passarelas.

 

Paula Fernanda

 

Aos 16 anos, a empresária iniciou nesse mundo como manicure da família, e logo foi atuar em um salão pequeno. Logo após trabalhou em um salão de beleza no Setor Sudoeste indo, posteriormente, para o salão Hélio Diff, renomado espaço em Brasília. “ Eu sempre fui apaixonada pela área de beleza, transformação e deixar a autoestima das mulheres elevada”, explica. Como autoditada, começou a realizar o designer de sobrancelha, sendo muito requisitada nesse serviço pelas clientes.

 

Após essa estada, trabalhou no salão do Mister Brasil, Uber. Com vontade e muita determinação, abriu seu primeiro espaço, no Gama Shopping, até chegar no Instituto Paula Fernanda, localizado no Centro Advance, área central de Brasília.

Hoje, Paula Fernanda é especialista em sobrancelha, sendo criadora de uma técnica e atuando com mais sete presentes no mercado de beleza.

 

O Instituto está aberto de segunda à sexta-feira, das 9h às 19h, além de um sábado de atendimento,  mensalmente.

 

 

 

Serviço: Instituto Paula Fernanda desembarca na Capital Federal e inova o mercado da micropigmentação com a técnica moderna Gradlines

Endereço: SGAS 915, LOTE 69/70, Salas 318-320 Centro Clinico Advance - Asa Sul, Brasília - DF, 70390-150

Dias e horário funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h e um sábado por mês.

Telefone: (61) 9227-2317

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) foi criado para servir como proteção para os trabalhadores em casos de dispensa sem justa causa ou outras situações emergenciais tais como moléstia grave do trabalhador ou de seus dependentes, calamidades, acidentes, entre outros pontos, no qual os valores acumulados podem ser utilizados pelos titulares. Mas, como funciona? 

Todo trabalhador vinculado à CLT tem direito a um repasse de 8% ao mês feito pelo empregador para uma conta específica na Caixa Econômica Federal e, sobre estes valores incide a correção de 3% ao ano, acrescida da TR (Taxa Referencial), que é uma taxa de juros fixada pelo Banco Central, mas que, nos últimos tempos, tem ficado bem abaixo da inflação.

É hora de ficar atento! 

Pois bem, a revisão dos valores depositados na conta vinculada do FGTS é a possibilidade de recomposição dos saldos das contas com a troca do índice de correção monetária para o período entre 1999 e os dias atuais. Isso acontece porque o modelo atual que vincula à TR não acompanhou a inflação no período, gerando perda de patrimônio para os trabalhadores.

A partir dessa percepção, existe uma ação que tramita no Supremo Tribunal Federal que discute se o trabalhador que teve carteira assinada no período de 1999 a 2013, têm direito a tal correção com base não mais na TR (índice declarado inconstitucional noutras ações), mas levando em conta o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que é considerado o índice oficial para corrigir a inflação e, caso a decisão seja favorável, deve atingir um público estimado em 50 milhões de trabalhadores e provocar um impacto de aproximadamente 250 bilhões aos cofres públicos.

No período de 1999 a 2013, verificou-se que a TR (Taxa Referencial) aplicada para a correção do FGTS ficou bem abaixo da inflação, acarretando enormes perdas, pois em determinados meses a taxa de correção chegou a zero tendo, inclusive, perda dos valores nominais depositados.

Com isso, tem direito a solicitar a revisão os trabalhadores celetistas urbanos, rurais e temporários que tiveram depósito no período de 1999 a 2013, estando ou não aposentados e, inclusive, independente de terem efetuado o saque dos valores junto à Caixa.

Importante ressaltar que mesmo quem já sacou o dinheiro das contas pode solicitar a revisão, que será retroativa para os períodos de saldo entre 1999 até o saque. Nestes casos, inclusive, a expectativa é de que a justiça determine o pagamento dos valores diretamente na conta corrente do trabalhador e não na conta vinculada ao FGTS, uma vez que o saldo original já foi sacado.

Quanto ao ajuizamento, quem tiver valores a solicitar de até 60 salários mínimos poderá ajuizar a ação nos Juizados Especiais Federais (JEF), procedimento que pode ser feito online e sem a necessidade de um advogado, por outro lado, se os valores forem superiores a esse quantum, deverá constituir advogado e a ação irá tramitar perante uma das Varas Federais.

Atenção! 

O extrato analítico do FGTS é documento primordial para a comprovação do fato constitutivo do direito pleiteado e é fornecido pela própria Caixa Econômica Federal (presencial ou pela Internet). É importante também apresentar planilha com o comparativo das correções comprovando, dessa forma, as perdas ao longo do período.

Outro ponto a se observar é que existe a possibilidade de o STF modular os efeitos da decisão, ou seja, limitar o alcance da decisão, portanto, é aconselhável o ajuizamento da ação para ter preservado o direito de revisão, caso haja decisão favorável.

Por: Marcos Aurélio, advogado especialista em direito do trabalho da Estácio Brasília

O acumulado dos seis primeiros meses de 2021 em financiamentos imobiliários soma o montante recorde de R$ 97,05 bilhões - uma alta de 123,9% em relação ao mesmo período de 2020 (Foto: Divulgação)

Consumidor pode ganhar muitas facilidades ao escolher o mesmo banco financiador das obras do empreendimento


De acordo com o último relatório divulgado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), os financiamentos imobiliários somaram R$ 19,66 bilhões em junho, alcançando o maior volume para o mês desde o início da série histórica, em 1994. Este valor representa um crescimento de 12,5% em relação a maio deste ano e um salto expressivo de 112,1% na comparação com junho de 2020. O acumulado dos seis primeiros meses de 2021 soma o montante recorde de R$ 97,05 bilhões - uma alta de 123,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Apenas no mês de junho, a Abecip registrou o financiamento de 86,2 mil imóveis no Brasil, totalizando 417,95 mil imóveis no acumulado do primeiro semestre. O cenário aquecido está sendo possibilitado pela baixa taxa básica de juros, a Selic, e também por conta do ambiente competitivo entre as instituições bancárias, que estão oferecendo diversas facilidades para manter os clientes. Segundo o gerente comercial da Consciente Construtora e especialista em Direito Empresarial e Imobiliário, Felipe Melazzo, outros fatores também estão ajudando a definir o cenário favorável para a aquisição de imóveis.

“Dois fatores que contribuíram muito para esse resultado recorde de junho foram o aumento do Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) e do Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), e a estabilidade dos juros dos contratos de financiamento bancário. Desde o ano passado, o mercado vem se adaptando às regras sanitárias impostas pela pandemia e ao novo cotidiano das famílias brasileiras, o que contribuiu com a melhora no desempenho das vendas, que já estava em uma linha crescente. Nossa percepção é que esse cenário se manterá e estamos cada vez mais preparados para atender essa demanda", afirma Felipe.

O cálculo do INCC leva em consideração o custo de materiais de construção, equipamentos, serviços, mão de obra e as tecnologias utilizadas durante a construção. Devido ao aumento no custo de materiais, insumos e mão de obra, desencadeados principalmente por dificuldades do mercado decorrentes da pandemia, o INCC acelerou em junho deste ano e atingiu 2,3%, contra 1,8% no mês anterior. Como reflexo deste resultado, os clientes tendem a buscar o financiamento imobiliário como forma de diluir eventuais reajustes nas parcelas. Apesar disso, a expectativa do mercado imobiliário para o restante do ano continua otimista.

“As regras atuais de financiamento imobiliário facilitam o acesso dos consumidores a essa modalidade e estimulam as vendas. Nestes momentos de crise, as pessoas encontram boas opções de negócio com a queda das taxas de juros, que impactam significativamente nos valores das parcelas do financiamento. O cenário atual apresenta boas vantagens para quem busca investir em imóveis”, conclui Felipe.

O engenheiro civil Fabricio Meirelis Belem adquiriu uma das unidades do Gaia por meio de financiamento, antes mesmo da conclusão das obras (Foto: Divulgação)

Escolha do banco pode facilitar processo


Um dos principais facilitadores na hora de fazer um financiamento imobiliário é escolher a mesma instituição bancária que está financiando as obras do empreendimento em questão. Neste caso, é possível contratar o financiamento para quitação do saldo devedor ainda no decorrer das obras, e não somente após o término, como ocorre com os outros bancos. A quitação do saldo devedor antes da entrega, via banco financiador do empreendimento, pode ser feita a partir do momento em que as obras atingem 80% de sua conclusão.

De acordo com Uga Duarte Ribeiro, analista de recebíveis da Consciente Construtora, esta facilidade chamou a atenção de muitos clientes do Gaia Consciente Home, empreendimento localizado no Setor Bueno, resultando em um grande índice de adesão ao financiamento imobiliário por meio do mesmo banco financiador da obra - neste caso, a Caixa Econômica Federal. Mais de 32 contratos de financiamento bancário no Gaia já estão assinados antes mesmo da entrega do empreendimento.

“É uma vantagem significativa, pois o cliente pode fazer o financiamento ainda durante a evolução das obras, com a quitação do saldo devedor sendo feita naquele momento de assinatura do contrato. Com isso, o cliente evita arcar com possíveis reajustes ou atualizações dos índices financeiros posteriormente. Além disso, o cliente enfrenta menos burocracia em relação à documentação, pois os documentos do imóvel e da construtora já constam junto ao banco financiador. O cliente não precisa apresentar a documentação novamente e, desta forma, o processo de análise fica muito mais rápido”, detalha Uga.

É o caso do engenheiro civil Fabricio Meirelis Belem, que adquiriu uma das unidades do Gaia antes mesmo da conclusão das obras. Motivado pelo cenário positivo do mercado imobiliário e pela queda na taxa Selic, ele optou pelo financiamento junto à Caixa Econômica Federal, tanto para aproveitar a burocracia menor, quanto para receber o apartamento mais rapidamente.

“Optei pelo financiamento porque não possuía o valor remanescente para efetivar a quitação completa junto à construtora, e escolhi o mesmo banco financiador das obras por uma série de vantagens. Uma delas é a possibilidade de financiar antes da conclusão do empreendimento, o que deixa o processo mais ágil e simples. Além disso, também aproveitei o fato de poder receber o apartamento de forma mais rápida após a sua conclusão”, destaca Fabricio.

Construído em uma área de 2.887 m² no Setor Bueno, o Gaia Consciente Home entra agora em sua fase final de obras. Ao todo, serão 37.077,48 m² de área construída, e 132 unidades distribuídas numa torre única com 36 pavimentos. Os apartamentos do empreendimento têm plantas flexíveis e metragens de 150 m², 157 m² e 170 m², podendo ter três suítes ou serem adaptadas para quatro quartos e duas suítes. O empreendimento procura satisfazer o público que busca moradias sustentáveis e traz inovações em seu projeto, como horta e pomar, teto verde com painel solar e reaproveitamento das águas das chuvas.
 
Mais de 32 contratos de financiamento bancário no Gaia já estão assinados antes mesmo da entrega do empreendimento (Foto: Divulgação)
 

O Jardim do Éden deve receber até 1280 famílias quando as quatro etapas forem concluídas (Foto: Divulgação)

Manutenção de equipamentos em dia e escolha certeira de bons fornecedores também estiveram entre as medidas adotadas em canteiro de Águas Lindas, no entorno do Distrito Federal, que evitaram atrasos nas entregas contratuais


Entregar a obra no prazo acordado com o cliente é um dos principais desafios da construção civil. Durante a pandemia da Covid-19, as empresas do segmento estão correndo contra o tempo e apostam na qualificação da mão de obra e na escolha acertada de parceiros e fornecedores para conseguir honrar os contratos. É o caso do Jardim do Éden, primeiro bairro planejado de Águas Lindas de Goiás, a 45 km de Brasília. A primeira etapa do loteamento já foi entregue a 340 proprietários, que agora estão erguendo suas casas, e as obras da segunda etapa, para mais 300 famílias, continuam a todo vapor e entraram na reta final. O residencial deve receber 1280 famílias quando as quatro etapas forem concluídas.

De acordo com o engenheiro fiscal da obra, Lucas Soares Mruk, uma das formas de se contornar os atrasos causados pelos períodos de lockdown, decretados pelo poder público por algumas vezes ao longo dos últimos meses, foi desenvolver um bom planejamento e escolher fornecedores que garantam a entrega de materiais e insumos no prazo. A obra prioriza, assim, fornecedores que tenham boas referências no mercado e capacidade para atender o volume de material demandado no loteamento.

“Em relação aos fornecedores e à matéria-prima, precisamos sempre certificar a qualidade dos produtos ofertados no mercado e também buscar parceiros que sejam conceituados no mercado. Uma das principais causas de atraso em obras de infraestrutura ocorre na chegada dos materiais. Para cumprir o prazo, estamos sempre um passo à frente na compra dos materiais, casando o nosso cronograma de execução com o prazo de entrega exigido pelo fornecedor dos materiais”, explica Lucas.

Outro ponto importante ressaltado pelo engenheiro é a utilização de máquinas com manutenção em dia. Mesmo com a capacitação adequada de funcionários para operar máquinas de grande porte, o planejamento da obra deve considerar a possibilidade de eventuais defeitos nos equipamentos durante os trabalhos e também precisa poder acionar rapidamente a assistência, para evitar paralisações muito longas no cronograma.

“Outra causa frequente de atrasos em obras são máquinas que se danificam. Procuramos sempre uma empresa com boa estrutura e que tenha a manutenção de suas máquinas em dia, evitando assim a paralisação das obras. Além disso, é importante manter uma fiscalização incisiva sobre a equipe executora, garantindo e atestando a execução de forma correta de todas as etapas das obras”, ressalta o engenheiro.


Uma das pracinhas do Jardim do Éden, em Águas Lindas de Goiás (Foto: Divulgação)

Lucas Soares Mruk também destaca a importância de investir na qualificação da mão de obra, por meio de treinamentos constantes. Segundo ele, uma equipe com número suficiente de colaboradores e que é formada por profissionais que estão atualizados em suas funções e atribuições tem mais condições de cumprir com os prazos determinados pelo planejamento e também contornar imprevistos e contratempos que possam surgir ao longo dos trabalhos. Além disso, evita o retrabalho e o desperdício de materiais e insumos.

“Um dos grandes desafios é garantir uma mão de obra preparada e capacitada em nossas obras. Temos um corpo técnico muito bem preparado, além de engenheiros experientes no processo. Contamos também com o apoio de duas equipes de laboratório dos solos e duas de topografia, tendo assim sempre a prova e a contraprova dos resultados obtidos em campo, evitando retrabalho e garantindo uma melhor assertividade em nossa produção. Sem dúvidas contamos com um gerenciamento de dados e recursos enxuto, evitando ao máximo desperdícios de material e retrabalho das equipes executoras”, afirma.

O Jardim do Éden é um bairro planejado na região central de Águas Lindas de Goiás, onde no passado havia um vazio urbano e destino de entulho. Hoje, os 440 mil metros quadrados estão recebendo casas, ruas amplas, avenida dupla e áreas comerciais. A primeira etapa já foi entregue com infraestrutura completa como asfalto, energia elétrica, iluminação pública, água tratada, rede de esgoto e galeria pluvial.

Jardim do Éden já entregou a primeira etapa e as obras seguem a todo vapor (Foto: Divulgação)
 

O presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral, e o empreendedor Fernando Costa, da Fazenda Canoa (Foto: Túlio Moreira)


Para presidente da Goiás Turismo, empreendimentos como a Fazenda Canoa, condomínio reserva às margens do lago, podem consolidar interesse na região

O “boom” do turismo em Portugal, que ocupou posição de pouco destaque durante muitas décadas e passou a se sobressair entre os destinos europeus mais procurados a partir de 2016, é um dos exemplos que inspiram a atual gestão da Agência Estadual de Turismo (Goiás Turismo) a explorar o potencial do lago Corumbá IV, na região leste do Estado. O presidente da agência, Fabrício Amaral, ressalta que o trabalho conjunto entre iniciativa privada e administração pública pode consolidar o lago como principal pólo turístico do eixo formado pelas cidades de Goiânia, Anápolis e Brasília.

“O poder público não deve ser o protagonista, mas sim um aliado da iniciativa privada. O exemplo de Portugal ilustra muito bem isso. Por volta de 2010, Portugal estava com a economia estagnada. Agora, acumula há cinco anos o título de um dos melhores destinos turísticos do mundo. Isso foi possível graças ao comprometimento do governo e ao investimento da iniciativa privada. O meu sonho é colocar Goiás no mapa do turismo do Brasil, e isso será possível graças aos empreendedores que estão desbravando o lago Corumbá IV e olhando lá na frente”, analisa o presidente da Goiás Turismo.

O discurso de Fabrício Amaral ocorreu durante o evento de apresentação da Fazenda Canoa para jornalistas e convidados, no dia 2 de julho. O empreendimento, localizado no município de Silvânia, já teve suas obras iniciadas e registra grande procura, com todas as unidades da primeira etapa comercializadas em menos de um mês. Durante o encontro, o presidente da Goiás Turismo, que representava o governador Ronaldo Caiado, afirmou que vislumbra o lago Corumbá IV como oportunidade para transformar profundamente a economia da região.

“O lago Corumbá IV possui um potencial ilimitado. O Estado deve ouvir os empresários e, dentro da legalidade, facilitar os investimentos da iniciativa privada. Estamos preparados para cumprir o nosso papel, que é oferecer a infraestrutura de acesso, a sinalização adequada, a segurança e a capacitação de mão de obra local. Em contrapartida, os empresários vão construir empreendimentos ousados e que vão atrair pessoas de todos os lugares. Arrisco dizer que, nos próximos 10 anos, o eixo Goiânia-Brasília será o segundo de maior fluxo de turistas no Brasil. Projetos como a Fazenda Canoa vão gerar muitos empregos e movimentar a economia local”, destaca Fabrício.


Fernando Costa, acompanhado pela namorada, a vereadora anapolina Thaís Souza, apresenta o projeto da Fazenda Canoa para Fabrício Amaral (Foto: Túlio Moreira)


A Fazenda Canoa traz para o lago Corumbá IV uma proposta inédita, que une a procura por contato com a natureza e o turismo ecológico ao conceito de morar com sofisticação e luxo. O empreendedor Fernando Costa, que desde 2015 se dedica à formatação do projeto, destaca que a rica história de Silvânia e a paisagem exuberante do lago têm tudo para conquistar visitantes de Brasília, Anápolis e Goiânia e também atrair pessoas de outros estados. O condomínio reserva tem 500 mil metros quadrados de área verde e lotes de 700 m² a 1.200 m², com dois quilômetros de margem particular para o lago.

“Estamos desenvolvendo a Fazenda Canoa com todo o cuidado para aproveitar tudo o que o lago Corumbá IV e os municípios da região têm a oferecer, mas sem descuidar da preservação ambiental e da sustentabilidade socioeconômica. O Estado tem sido um grande parceiro nesta jornada empreendedora e, como contrapartida, vamos colaborar com o desenvolvimento local e atrair olhares de todo o Brasil para Goiás. O projeto da Fazenda Canoa foi pensado em todos os detalhes, e buscamos inspiração em empreendimentos de sucesso no país e também na Europa, em lugares como Itália, França e, principalmente, Grécia, que tem uma topografia muito parecida com a nossa”, afirma Fernando.

A Fazenda Canoa movimentará R$ 150 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV) e, só durante as obras, gerará 200 empregos para a população de Silvânia e região. Quando estiver pronto, o condomínio reserva continuará gerando postos de trabalho para atender as mais de 400 famílias que terão casas no local. Com destaques como trilhas na mata, quedas d'água naturais e áreas para pesca, sem comprometer a privacidade e a segurança dos moradores, a Fazenda Canoa já está atraindo a atenção de famosos e teve como primeiro comprador o cantor sertanejo Gusttavo Lima.

O projeto da Fazenda Canoa é assinado por alguns dos profissionais mais renomados do mercado, o arquiteto Flávio Aleixo e o paisagista Luiz Carlos Orsini. As obras, com previsão de entrega para 2023, serão executadas pela construtora Mendes Lôbo, responsável por projetos como o acabamento fino no retrofit do Hotel Nacional, no Rio de Janeiro. Os moradores poderão contar com infraestrutura completa de lazer, incluindo centro de esportes, complexo de tênis, ciclovia, beach club lounge com piscina de borda infinita e praia com pier. Para os apaixonados pela água, o condomínio oferecerá guarda-barcos e estrutura completa para navegação no lago.

A Fazenda Canoa é também o primeiro lançamento da região com heliponto, projetado de acordo as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) (Foto: Divulgação)

Natureza e aventura

Durante o encontro com jornalistas e convidados vindos de Brasília, Goiânia, Anápolis e outras cidades da região, o empreendedor Fernando Costa pôde dar uma pequena amostra de tudo o que a Fazenda Canoa tem a oferecer. A programação contou com passeio de lancha pelo lago Corumbá IV e parada em um flutuante, onde os presentes puderam tirar fotos e contemplar a bela paisagem. A outra atração do dia foi uma volta panorâmica em balão de ar, proporcionando uma vista ampla de toda a área. O cenário repleto de vegetação típica do cerrado também foi palco de um almoço, servido de acordo com todas as normas de distanciamento social.

Artigo por Conceiyção Montserrat - CEO da Conceiyção Montserrat   Gestão e negócios

Imagine-se na seguinte situação:

Em meados dos anos 90, você tomou a decisão de empreender e abrir seu próprio negócio. Pensou, repensou e decidiu que sua empresa ou negócio teriam um nome. Contrariando as estatísticas, você deu duro, batalhou, investiu tempo e valores financeiros e intelectuais em sua empresa e ela prospera até hoje. Se tornou uma empresa conhecida em sua região de atendimento e seus clientes realizam o conhecido e importante “boca a boca”, além dos seus investimentos em marketing e processos de consolidação. Um “belo dia” você acorda e descobre por meio de uma notificação que alguém fez um requerimento e deu entrada em um registro de marca que conflita com o nome e atendimento de sua empresa!

Buscando entender os fatos, se depara com a triste realidade de que sua marca não foi registrada por você ou que não é exclusivamente sua. Percebe que, todo seu trabalho nos últimos 30 anos corre o risco de ir por “água abaixo”, simplesmente por não ter registrado e garantido a propriedade da marca e corre o risco de ter que deixar de utilizar o nome já consolidado por você que dedicou quase uma vida por isso!

Fatos como este que citei, são muito mais comuns que pensamos! Temos por hábito em nosso país, trabalhar anos em uma marca ou desenvolvendo um produto/tecnologia sem ao menos nos preocuparmos com as questões de segurança de propriedade deste trabalho.

Registrar uma marca ou uma patente não é apenas realizar um processo custoso e burocrático, é uma certeza de que está trabalhando para algo que será apenas seu e que não existirão riscos futuros de alguém que não trabalhou por isso, se apropriar dos seus esforços e propriedade intelectual.

Creio que este mal hábito tenha sido herdado da triste estatística de que 80% das microempresas recém-abertas, fechem em menos de 1 ano , segundo dados do IBGE e, desta forma, a grande maioria dos microempreendedores não se preocupa em registrar a marca até que ela se consolide.

Raciocínio este completamente errôneo, uma vez que o risco de “nascerem cópias suas” é equivalente ao sucesso do seu negócio e cada degrau que você sobe, maiores serão as chances de “alguém” copiá-lo.

São simples passos que podem ser seguidos e que te trarão tranquilidade para trabalhar focado apenas no crescimento de sua empresa sem que ninguém lhe traga problemas com nomes similares ou conflitantes com a sua área de atendimento.

O órgão atualmente responsável por estes registros no Brasil é o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial - https://www.gov.br/inpi/pt-br).

No site, são disponibilizadas diversas opções de consultas sem necessidade de cadastro, mas recomendamos que, antes de registrar sua marca, consulte um profissional para orientar sobre suas necessidades, verificando se há necessidade que o registro seja feito no âmbito nacional e internacional, por exemplo. Consultorias empresariais e de negócios também estão atentas a esta questão.

A conquista do registro de sua marca será o primeiro passo para seu sucesso a longo prazo e saiba que nenhum tempo ou recurso é perdido desde que seja investido em seu patrimônio.

*Conceiyção Montserrat - Atenta as transformações do mercado brasileiro, Conceiyção Montserrat reuniu ao longo da sua carreira em mais de 25 anos (atuando no mercado nacional e internacional à frente de gestão e fomentação de negócios), grandes experiências, pois teve a oportunidade de desenvolver trabalhos nas áreas de gestão de projetos, comunicação, criação e design gráfico, produção audiovisual, marcas e patentes, eventos corporativos, acompanhando as questões jurídicas e gerenciamento de crise nos projetos, vivenciando a oportunidade de trabalhar com profissionais altamente capacitados e atuando junto a empresas com parceiros de larga experiência nas áreas de assessoria de imprensa, planejamento estratégico e conteúdos educacionais . A executiva é CEO da Conceiyção Montserrat Gestão e Negócios.


Operação é possível desde 2006, mas ainda é pouco conhecida. Em um financiamento de R$ 250 mil feito em 2016, é possível economizar quase R$ 75 mil que seriam pagos em juros

A portabilidade de uma linha telefônica já é um procedimento bastante popular e corriqueiro no Brasil. O que muita gente ainda não sabe é que também é possível realizar a portabilidade de um financiamento imobiliário. Regulamentada em 2006 pelo Banco Central, essa opção se tornou bastante atraente durante a pandemia do novo coronavírus, marcada pela redução significativa nas taxas de juros.

Embora o uso desse benefício esteja aumentando, a estimativa atual do mercado é de que cerca de 500 mil financiamentos imobiliários ainda pagam mais de 10% de juros e são potenciais interessados na portabilidade.

“O fato de muitas pessoas ainda desconhecerem essa possibilidade impede que o volume de pedidos alcance a maior parte deste grupo”, observa Ricardo Teixeira, especialista imobiliário e diretor da URBS Imobiliária, que acrescenta: "Apesar de o Banco Central ter aumentado a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75% ao ano recentemente, os juros ainda continuam baixos e as pessoas podem obter vantagens ao usufruir deste benefício, sempre que a portabilidade significar economia para o bolso.”

De acordo com balanço oficial do Banco Central, os pedidos de portabilidade de crédito imobiliário tiveram um grande salto a partir de 2020. De janeiro a abril de 2019, o órgão registrou apenas 2.382 pedidos, enquanto que, no mesmo período do ano passado, alcançou 10.566 pedidos - alta de 343% na comparação com o ano anterior. Durante os 12 meses de 2020, R$ 6,2 bilhões em financiamentos imobiliários trocaram de mãos no sistema financeiro - uma alta de 280% na comparação com todo o ano de 2019.

A portabilidade de financiamento é uma opção interessante principalmente para os mutuários que contraíram o crédito nos dois ciclos mais recentes de alta considerável da taxa Selic: entre 2010 e 2011, quando a taxa chegou a superar os 12% ao ano, e em 2015 e 2016, quando ultrapassou o patamar de 14% ao ano. Na última revisão da taxa pelo Comitê de Política Monetária (Copom), em maio de 2021, a Selic foi fixada em 3,5% ao ano, mantendo o índice abaixo dos 3,75% - tendência que se iniciou em maio do ano passado.

Ainda segundo o Banco Central, os financiamentos portados conseguem descontos médios de 2,99% na taxa de juros. No caso de um imóvel de R$ 250 mil que teve 80% de seu valor financiado em 2016, quando a Selic estava em 14,25%, uma portabilidade para condições alinhadas à Selic atual, em 3,5%, pode significar redução de R$ 685 em cada parcela e redução de quase R$ 75 mil no valor total pago.

 

 Ricardo Teixeira, especialista imobiliário e diretor da URBS Imobiliária, explica que é preciso colocar todos os custos na ponta do lápis para verificar vantagens de se pedir a portabilidade


Como fazer

O pedido de portabilidade deve ser feito ao gerente do banco para o qual o cliente pretende migrar o financiamento. O banco de destino entra, então, em contato com a instituição de origem para solicitar os dados do financiamento - trâmite que deve ser concluído em até cinco dias úteis, segundo resolução do Banco Central.

Outro caminho é buscar uma renegociação com o próprio banco para diminuir a taxa de juros, diante da possibilidade de se fazer uma portabilidade. O especialista em mercado imobiliário Ricardo Teixeira afirma que o banco de origem pode fazer contrapartidas para manter o cliente. Esse tem sido o desfecho mais recorrente: segundo estimativa da Fundação Getúlio Vargas, cerca de 80% dos pedidos de portabilidade são concluídos com a permanência do mutuário no banco de origem, a partir da oferta de taxas melhores para que o cliente desista do procedimento.

Mas nem sempre as taxas de juros mais baixas são suficientes para gerar economia e justificar a mudança, diz Ricardo Teixeira, ao recomendar que, antes de se fazer o pedido de portabilidade, “é necessário fazer contas e levar em consideração o valor que será diminuído em cada parcela e também qual será o corte no valor total do financiamento”.

É importante que o mutuário consiga identificar o Custo Efetivo Total (CET) da operação. Esses custos variam de banco para banco, incluem despesas como seguros obrigatórios, taxas de cadastro do banco e o registro em cartório, que geralmente varia entre 0,5 a 1% do valor total do imóvel. Se a economia total com os juros do novo banco for inferior ao CET, já não há vantagem alguma em fazer a mudança de instituição.

Nesta projeção, é possível identificar uma economia de quase R$ 75 mil na comparação entre um financiamento realizado quando a taxa Selic superava os 14,25% e no patamar de 3,5%, em maio de 2021:

Projeção elaborada pela educadora financeira Kallenya Thays Lima L. Oliveira

 


Mercado de galpões logísticos espera repetir em 2021 bom momento do ano passado
(Foto: Divulgação)

Empresas de logísticas são as que mais buscam espaços em pontos estratégicos, como Goiás, que se tornou um polo logístico


A chegada da pandemia ao Brasil, em março do ano passado, trouxe junto medidas de isolamento social que estimularam o crescimento do comércio eletrônico no país. Impossibilitada de consumir presencialmente, a maior parte dos brasileiros investiu a renda digitalmente em produtos de e-commerce, causando um aumento expressivo no número de vendas online. E isso se refletiu no mercado de galpões logísticos que foi aquecido, segue firme, com estabilidade e estimativa de repetir o bom momento em 2021.

De acordo com o último relatório da Colliers International Brasil, no ano passado a absorção bruta bateu recorde, com mais de 2.600 mil m² de área locada de galpões logísticos. Já a absorção líquida – saldo entre novas locações e devoluções – atingiu a marca histórica de 1.500 mil m². Vale destacar que os imóveis próximos às grandes capitais apresentaram boa performance de locação no período. O e-commerce e varejo seguem como os principais setores que mais alugaram, sendo 20% do inventário locado apenas para o comércio online.

Em Goiânia, a gerente comercial da URBS Imobiliária, Gyselle Rodrigues Campos, percebeu esse aquecimento. “Galpões para estoque e logística de apoio ao comércio eletrônico tiveram grande procura no último ano. Grandes empresas do varejo virtual estão buscando por áreas na região Centro-Oeste como um todo para fazer a implementação de bases para distribuição de seus produtos”, salienta a especialista.

Gyselle destaca ainda que no Estado não é apenas em Goiânia e região metropolitana que as empresas buscam por áreas para se estabelecer. “Temos uma boa procura por Anápolis, por exemplo, pois ela é uma cidade estratégica para galpões logísticos devido ao porto seco que possui. Ela é cortada por rodovias federais e estaduais, além da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), sendo ponto inicial da Ferrovia Norte Sul, que está sendo integrada à primeira”, explica. “Existe uma tendência de expansão das empresas visando diminuir o tempo de entrega e fortalecer ainda mais as vendas on-line", completa a gerente da URBS.

Com comércio eletrônico em alta, galpões para estoque e logística de apoio tiveram grande procura em 2020
(Foto: Divulgação)



De olho em uma fatia do mercado, empresas focam lançamentos planejados para esse público


O interesse pelo investimento em imóveis cresce à medida em que a rentabilidade se torna mais interessante do que outro investimento como a poupança. Mesmo com a alta recente da taxa Selic em 0,75 ponto, para 3,5% ao ano, os juros continuam relativamente baixos, se comparados ao índice de cinco anos atrás, superior aos 14%.

Um levantamento divulgado pela Brain Inteligência Estratégica atesta a confiança e o interesse que o brasileiro tem pelo imóvel como forma de investimento. O levantamento, publicado em março deste ano, com seis mil pessoas com renda acima de R$ 10 mil, revelou que 57% daqueles que ainda não possuem imóveis como investimento, desejam fazer uma aquisição com esse objetivo. Do total de futuros investidores, a maioria visa com imóveis obter rentabilidade por meio de aluguéis (54%), um terço quer ter o imóvel como reserva de valor (32%) e apenas 14% querem comprar para revender.

O contexto econômico brasileiro tem se mostrado favorável à aquisição de imóveis como investimento por conta de fatores como taxas de juros mais baixas, inflação baixa, e preços atrativos. Além disso, como a rentabilidade dos investimentos tradicionais atrelados à Selic caiu, juntamente com a baixa da taxa, os investidores enxergam maior vantagem no mercado imobiliário.

Goiânia é uma das cidades em que esse movimento está fortalecido. Um levantamento, que avalia as condições de negócios para o mercado imobiliário nas cidades brasileiras acima de 100 mil habitantes, realizado pela Urban Systems, no final do ano passado, classificou Goiânia em 6° lugar entre as cidades brasileiras que melhor oferecem condições de se realizar investimentos em imóveis.

O ranking que analisa oito indicadores (entre eles: geração de empregos e renda, demanda por novos domicílios, crescimento das empresas de serviços da área, crescimento dos estabelecimentos comerciais e o crescimento das empresas de construção civil) avaliou que a capital goiana oferece um ambiente com empresas do setor consolidadas, marcada pelo mercado formal de trabalhadores da área imobiliária bem estabelecidos.

Obra do WTC Goiânia: demanda aquecida (Foto: Divulgação)

 

Demanda em alta


Foi esse ambiente que atraiu um dos maiores empreendimentos imobiliários do mundo, a famosa marca World Trade Center (WTC) está construindo um prédio na capital goiana. O gestor de produto WTC em Goiás, Marcos Henrique Santos, considera que a procura por imóveis residenciais e comerciais está em alta atualmente em Goiânia. “Com a pandemia, as pessoas passaram a buscar investimentos mais seguros, como forma de proteger seus patrimônios, com isso, a procura por imóveis aumentou e, como está mais difícil lançar um empreendimento, a quantidade de lançamentos diminuiu. Isso torna o investimento em imóveis ainda mais interessante” afirmou.

O gestor lembrou ainda que existem novas formas de se obter retorno de investimentos em imóveis e isso também tem estimulado novos investimentos. “Uma das formas é a oferecida pelas plataformas digitais, como é o caso do Airbnb, que permite a locação do imóvel por diárias. Outra é se tornar dono de quarto de um hotel e receber os lucros que este quarto oferece”, apontou. Marcos Henrique observa que a procura está alta tanto para imóveis residenciais como para imóveis comerciais.

Essa foi a busca da funcionária pública de 56 anos, Selma Maria Nascimento, que adquiriu uma sala comercial no WTC Goiânia, o quarto imóvel de seu patrimônio. Viúva e mãe de dois filhos, ela conta que todas as suas economias estão em imóveis. “Foi uma forma que encontrei de poupar porque, como diz o ditado, dinheiro na mão é vendaval. Eu poderia ter viajado mais, trocado de carro mais vezes, mas não teria hoje essa segurança para mim e meus filhos”, diz.

Empresária do segmento de materiais odontológicos, Cleuzilene Gonçalves, 48 anos, também foi compradora de três unidades no WTC Goiânia, com objetivo de investimento. Casada e com duas filhas, ela conta que reserva sim o dinheiro para se cuidar mas, da mesma forma, separa parte de seu pró-labore para comprar imóveis. “Eu compro na planta e me programo para quitar até a entrega das chaves. Imóveis é palpável, ninguém te tira”, revela suas preferências.

Decorado do Moove Home Brasal, lançamento de sucesso no Setor Bueno de apenas um quarto (Foto: Divulgação)

 

Projetos direcionados


De olho nas oportunidades que o contexto macroeconômico brasileiro proporciona, o gerente comercial Leandro Baptista afirmou que a Brasal Incorporações tem lançado produtos visando o cliente que deseja comprar imóvel como forma de investimento. “Recentemente nós lançamos o Moove Home Brasal, no Setor Bueno, que disponibilizava unidades de apenas um quarto. As 40 unidades oferecidas foram vendidas ainda no pré-lançamento do projeto”. Ele explica que essas unidades, de um quarto, foram concebidas para serem vendidas para investidores. “São unidades que por serem menores alugam muito rápido, principalmente para o público de jovens e solteiros. Essas unidades, são destinadas a investidores porque podem oferecer rentabilidade mensal maior que 0,8%, hoje umas das melhores rentabilidades disponíveis no mercado", afirmou.

Leandro Baptista considera que o brasileiro ainda é iniciante no ambiente de investimentos em geral e que começa agora a acordar para outras formas de investimentos, já que a tradicional poupança não está rendendo mais. “De uma forma geral, o brasileiro ainda investe pouco e tem por preferências investimentos mais seguros, como é o caso histórico da poupança, que por muitos anos foi onde a maior parte dos valores era aplicado. Ocorre que a poupança não rende mais o que rendia, então os imóveis aparecem como uma forma segura de investimento rentável,” explicou o gerente.

Diretor comercial da URBS, Edmilson Borges indica imóveis comerciais ou compactos a quem queira rentabilidade mensal com aluguéis (Foto: Divulgação)

 

Para gerar renda


O diretor comercial da URBS, uma das maiores imobiliárias da região Centro-Oeste, Edmilson Borges indica a quem queira rentabilidade mensal com aluguéis, que opte por imóveis comerciais ou os imóveis residenciais compactos (de um ou dois quartos). "Isso porque são imóveis mais fáceis de disponibilizar para aluguéis", afirmou. E aqueles que procuram valorização ao longo prazo têm preferido imóveis de alto padrão (de 3 ou mais suítes) e imóveis em condomínios fechados horizontais. "São imóveis de alta perspectiva de valorização," afirmou.

Rentabilidade mensal foi a opção do empresário do agronegócio, Matheus Carneiro, de 30 anos. Ele já possuía quatro imóveis para alugar e acaba de adquirir o quinto. Desta vez ele comprou na planta um apartamento de dois quartos no Setor Bueno, em Goiânia. "Eu acabei de ser pai e investir em imóveis é uma forma de comprar ativos e constituir um patrimônio para minha família", afirmou.



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